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4/2010

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Adições líquidas da Net mantêm tendência de baixa no 1T10

Eduardo Tude

Os resultados do 1T10 confirmam que a Net terá dificuldades para manter em 2010 o mesmo ritmo de crescimento dos anos anteriores.

O baixo crescimento observado no 4T09 apresentou uma recuperação muito pequena no 1T10.

As adições líquidas de 106 mil acessos banda larga no trimestre confirmam a redução do ritmo de crescimento da Net observada no 4T09 (adições líquidas de 92 mil acessos).

Nos 3 primeiros trimestres de 2009 a Net apresentou em média adições líquidas de 191 mil acessos banda larga por trimestre. Nos últimos 2 trimestres esta média caiu para 99 mil acessos banda larga.

A mesma tendência se repetiu em TV por assinatura e telefonia fixa com adições líquidas de 86 mil e 105 mil acessos respectivamente no 1T10. A média nos 3 primeiros trimestres de 2009 havia sido de 191 mil e 229 mil acessos respectivamente.

Com o crescimento dos acessos de DTH o market share da Net em TV por assinatura caiu para 47,7%.

A Net terminou o 1T10 com 3,0 milhões de clientes banda larga mantendo-se em 2º lugar em market share de banda larga fixa com cerca de 25% dos acessos do Brasil.

 

 

27
4/2010

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mensagem encontrada no site da Oi hoje

Eduardo Tude

Ops...

Tem muita gente acessando o site logo na sua vez.
Não tem problema, atualize a página em alguns minutos
que tudo já vai ter voltado ao normal.

Enquanto isso, que tal ouvir a Oi FM ?

 

 

27
4/2010

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O alerta do IPEA sobre a situação da Banda Larga no Brasil

Eduardo Tude

O IPEA divulgou um estudo com um alerta sobre a situação da banda larga no Brasil.

A banda larga no Brasil tem baixa velocidade, é cara e a cobertura geográfica e a competição são baixas.

Os planos nacionais de banda larga dos Estados Unidos e Austrália estabelecem como meta velocidade de 100 Mbps.

No ritmo atual, aumentará a distância que separa o Brasil do grupo de economias avançadas.

O IPEA apresenta recomendações de políticas para massificar a banda larga no país. Entre elas mudanças na regulamentação e redução da carga tributária para reduzira as desigualdades regionais e e gaps de mercado.

A realidade é que com o crescimento exponencial do consumo de dados por usuário os vários países que a solução é realizar pesados investimentos em redes de fibra para oferecer um serviço de banda larga de alta velocidade com um menor custo por bit. Se o Brasil não entrar nesta onda e modernizar as suas redes ficará para trás. Aliás, isto é o que a GVT está fazendo por aqui.

 

 

26
4/2010

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DTH continua impulsionando o crescimento da TV por Assinatura no Brasil

Eduardo Tude

O Brasil terminou o 1º trimestre de 2010 (1T10) com 7,9 milhões de acessos de TV por assinatura e adições líquidas de 446 mil acessos no trimestre, quase o dobro das adições líquidas do 1T09 (234 mil acessos).

O DTH com adições líquidas de 305 mil acessos foi o responsável por este crescimento. O DTH já responde por 39% dos acessos de TV por Assinatura no Brasil.


A TV a Cabo com adições líquidas de 148 mil acessos se recuperou do baixo crescimento no 4T09 (52 mil acessos) e voltou a crescer no patamar dos trimestres anteriores.

O MMDS perdeu 8 mil acessos no 1T10 terminando o trimestre com 347 mil acessos.


 

 

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4/2010

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Net, Claro e outras operadoras divulgam resultados do 1T10

Eduardo Tude

A GVT iniciou a temporada de divulgação de resultados do 1T10 no Brasil apresentando bons resultados (veja abaixo).

Na próxima semana teremos Net, Claro e provavelmente Embratel. Na semana seguinte será a vez da Vivo e da Tim.

Os principais pontos a serem observados são:

- Crescimento da banda larga fixa, que pode ter sido ultrapassada pela móvel no 1T10
- Comportamento do Churn, MOU e ARPU das operadoras de celular
- Crescimento da receita e da rentabilidade das operadoras.

Na próxima semana teremos também um quadro completo das vendas de telefones celulares no mundo e a divulgação de resultados da América Móvil, Sprint e Nextel.

 

 

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4/2010

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45% dos acessos banda larga da GVT são de velocidade maior ou igual a 10 Mbps

Eduardo Tude

A GVT terminou Mar/10 com 747 mil acessos banda larga e adições líquidas de 78 mil acessos no trimestre. Com estes resultados ela pode ter superado em adições líquidas Oi e Telefônica que tiveram, respectivamente, adições líquidas de 69 e 58 mil acessos no 4T09.

Mas mais do que a quantidade de acessos, merece destaque a velocidade destes acessos banda larga:

45% possuem velocidade maior ou igual a 10 Mbps
31% possuem velocidade maior que 1 Mbps e menor que 10 Mbps
19% possuem velocidade igual a 1 Mbps

72% das vendas da GVT no 1T10 foram de velocidades iguais ou acima de 10 Mbps.

Os investimentos da GVT no 1T10 cresceram 63,9% na comparação com o 1T09 atingindo R$ 172,6 milhões e as receitas de banda larga cresceram 65,9%.

A GVT está levando aos mercados mais lucrativos aquilo que o cliente deseja. Qual será a reação das demais operadoras?

 

 

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4/2010

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Receita com Smartphones supera a dos outros tipos de telefones celulares na Nokia

Eduardo Tude

Nokia apresentou uma melhoria nos seus resultados do 1T10, quando comparado ao 1T09.

As vendas de telefones celulares cresceram 16% atingindo 107,8 milhões. A Nokia estima que seu market share foi de 33% no 1T10.

As vendas de smartphones (inclui computadores móveis) cresceram 57% atingindo 21,5 milhões de unidades. A Nokia estima que seu market share foi de 41% no 1T10.

A receita de smartphones (3.338 milhões de euros) superou a com os outros tipos de telefones celulares (3.325 milhões de euros). O preço méido de venda de smatrphones foi 155 euros e dos outro telefones celulares 39 euros.

A receita total cresceu 3% (8% em dispositivos) e a margem operacional subiu de 0,6% (1T09) para 5,1% (1T10).

A América Latina foi a região que apresentou maior crescimento na receita de telefones celulares (42%) atingindo 432 milhões de euros. O crescimento em quantidade de unidades foi de 32%.

A Nokia Siemens Networks apresentou queda na receita (9%) mas melhorou a margem operacional de -12,1% (1T09) para -8,3% (1T10).

 

 

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Oi mantém tendência de baixo crescimento dos meses anteriores em março

Eduardo Tude

Com adições líquidas de 214 mil celulares em março, a Oi ficou pelo 6º mês seguido com a 4ª colocação em adições líquidas, atrás da Vivo (1 milhão), Tim (570 mil e Claro (512 mil).

A manter-se esta tendência, a Oi pode perder para a Vivo a liderança na Região I em abril. A diferença que separa as duas operadoras caiu de 934 mil celulares em Fev/10 para 410 mil em Mar/10.

Em março ela ficou com a 4ª colocação também em São Paulo, estado onde liderava o crescimento do celular em adições líquidas desde 2008. Com adições líquidas de 75 mil celulares, ela ficou atrás da Vivo (194 mil), Claro (101 mil) e Tim (98 mil) em São Paulo.

 

 

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4/2010

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Vivo lidera crescimento do celular em Mar/10

Eduardo Tude

A Vivo liderou o crescimento do celular em mar/10 com adições líquidas de 1 milhão de celulares. A Tim veio em 2º ligar com 570 mil, seguida da Claro com 512 mil.

A Oi ficou com adições líquidas de 214 mil celulares.

 

 

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4/2010

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1 milhão a mais de adições líquidas de celulares em Mar/10 que em Mar/09.

Eduardo Tude

O celular iniciou 2010 com toda força. Segundo dados preliminares da Anatel as adições líquidas de março atingiram 2.3 milhões de celulares, 1 milhão a mais que em março de 2009. As adições líquidas no 1T10 somam 5,2 milhões de celulares, contra 3,0 milhões do 1T09.

Outra boa notícia é que a base de póspago voltou a crescer mais que a pré em março. . A participação do prépago caiu de 82,62% em Jan/10 para 82,48% em Mar/10.

OBrasil terminou Mar/10 com 179, milhões de celulares e uma densidade de 93,0 cel/100 hab.

Estes resultados estão em linha com a projeção do Teleco de adições líquidas de 26 milhões de celulares em 2009 e uma densidade de mais de 100 cel/100 hab. em 2010.

A Vivo liderou novamente o crescimento do celular em março?

Vamos aguardar os dados finais da Anatel.

 

 

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4/2010

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Destaques do seminário de Tecnologia de redes

Eduardo Tude

A converge comunicações e a Teletime realizaram ontem (13/04) em São Paulo o seminário de tecnologia de redes onde operadoras, vendors e órgão de padronização internacional puderam apresentar suas visões sobre o tema.

Estiveram presentes as seguintes Operadoras:

Oi, Marcelo Frasson, diretor de planejamento técnico
Vivo, Javier Rodrigues Garcia, CTO
Tim, Janilson Bezerra, gerente sênior de inovação tecnológica
Claro, Márcio Nunes, diretor de core network
Net, Rodrigo Modesto Ortiz Duclos, diretor de tecnologia e PMO
Telefônica, Ricardo Carneiro, gerente de planejamento NGN e infraestrutura


Destaques

A Oi posiciona serviço 3G como complementar a BL Fixa e diz que o gargalo na infraestrutura está no bolso. Troca das centrais por NGN virá com o tempo. A Oi vai prover todos os meios (cobre, fibra e wireless) e escolher o mais adequado de acordo com a aplicação

A Vivo está implantando o HSDPA+ (21 Mbps). O objetivo não é oferecer velocidades mais altas e sim aumentar a capacidade da rede oferecendo um serviço estável com velocidade de 500 a 600 kbps para um grande número de usuários. (conetividade). Não tem data definida para o LTE.

Planeja utilizar Femtocell (ajuda na capacidade) enquanto a Oi ainda vê esta solução apenas para nichos.

50% dos sites da Vivo e 40% dos da Tim já são compartilhados.

A estratégia de backhaul da Tim é construir anéis de fibra a partir dos quais conecta as ERBs com radio. Os rádios serão substituídos por fibra com o passar do tempo.

Para a Claro o gargalo é o backhaul. Está construindo anéis de fibra com a Embratel. 60% dos sites da cobertura 3G estarão conectados com fibra até o final de 2010

A rede HFC da net permite uma evolução incremental da rede com a fibra chegando cada vez mais perto da casa do cliente.

Em março de 2010 a banda larga chegou a todos os 670 municípios paulistas da concessão da Telefonia (fora Ctbc). A oferta de FTTH da Telefônica está sendo reestruturada.


Vanessa Nacamura do broadband world fórum e Asok Chartterjee do 3GPP apresentaram o status dos trabalhos destas duas organização na padronização de arquiteturas (BWF) e especificação de novas tecnologias como o LTE (3GPP).

Roberto Falsarella (Alcatel Lucent), Marcelo Motta (Huawei) e Gil Odebrecht (Ericsson) trataram de temas como crescimento do tráfego, casa conectada e fentocell


 

 

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4/2010

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A Oi vai ter uma participação ativa no Plano Nacional de Banda Larga?

Eduardo Tude

A discussão do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) pelo Governo Federal tomou novos rumos esta semana após o presidente do BNDES Luciano Coutinho defender uma participação mais ativa da Oi neste processo.

O caminho de transformar a Telebrás em principal executora deste plano só tem servido até agora para gerar um movimento especulativo com as ações desta empresa. Por que misturar o PNBL com uma empresa que esta inativa, mas que tem ações em bolsa e passivos judiciais?

A proposta da Oi não é diferente do que vem sido proposto pelas demais operadoras. Desoneração fiscal em troca de compromissos de atendimento, velocidade e preço para o serviço. Estes incentivos terão que ser estendidos para todas as operadoras, mas não há duvidas de que cabe a Oi um papel chave neste processo. Afinal, ela é concessionária de telefonia fixa de todos os estados brasileiro, exceto São Paulo.

O Brasil precisa construir uma infraestrutura de banda larga moderna que viabilize a inclusão digital da população brasileira.

 

 

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93% da base da Oi em São Paulo é prépago

Eduardo Tude

Em entrevista para o jornal Valor Econômico de hoje, João Silveira, diretor de varejo da Oi, afirmou que a meta da operadora é chegar em dezembro de 2010 com 7,5 milhões de clientes em São Paulo.

Para atingir esta meta a Oi necessitará obter em 2010 em São Paulo adições líquidas de 2,1 milhões de celulares, menos que os 3,35 milhões que obteve em 2009. A Oi terminou 2009 com 5,4 milhões de clientes no estado.

Estes dados estão coerentes com o que aconteceu nos dois primeiros meses do ano. No acumulado de Jan-Fev/10 a Oi apresentou adições líquidas de 288 mil celulares em São Paulo, contra 396 mil do ano anterior.

Uma meta menor de adições líquidas em São Paulo, estado que foi responsável por 55% das adições líquidas da operadora em 2009, reforça a tendência da Oi estar adotando uma estratégia de baixo crescimento em 2010.

Na entrevista, João Silveira declara que a Oi deve aumentar o foco no póspago em 2010. As adições líquidas neste segmento em São Paulo em 2009 foram de 350 mil celulares. Ou seja, eram prépago cerca de 93% da base da Oi em São Paulo em 2009. A média do estado é 80%.

 

 

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59% dos brasileiros possuíam celular em 2009

Eduardo Tude

De acordo com a pesquisa TIC Domicílio 2009 realizada pelo Comitê Gestor da Internet em outubro de 2009, 59% dos brasileiros possuíam um aparelho celular naquela data e 75% haviam utilizado um telefone celular nos 3 meses anteriores a pesquisa.

Naquela data, a densidade de celulares no Brasil era de 87,6 acessos por 100 habitantes. Esta diferença pode ser explicada da seguinte maneira:

- Muitos usuários possuem o chip (que conta como um acesso), mas não possuem o aparelho, que é compartilhado. Esta seria uma das razões para a diferença de 16% entre os que possuem aparelho e os que usam.

- Muitos usuários possuem mais de 1 chip. Pesquisa realizada pelo Teleco em Fev/10 nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre mostrou que 11% dos respondentes possuíam 2 chips e 1% 3 chips.

- Existiam 4 milhões de terminais de dados entre os acessos celulares em Out/09, sem eles a densidade de acessos celulares no Brasil seria de 85 acessos/100 hab.

 

 

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Reino Unido reduz valor de interconexão pago para operadoras de celular

Eduardo Tude

A OFCOM, órgão regulador do Reino Unido, anunciou planos para reduzir em 5 anos de 4,3 pences (R$ 0,12) para 0,5 ( R$ 0,01) pence as tarifas de uso da rede móvel (VUM no Brasil) das operadoras de celular. A redução será feita em etapas com uma queda inicial para 2,5 pences (R$ 0,12) em maio de 2011.

Esta é uma tendência mundial e que cedo ou tarde deve chegar ao Brasil onde as operadoras de celular recebem cerca de R$ 0,40 de VUM para cada chamada terminada em sua rede. Este valor da VUM faz com que as chamadas de celular para outras operadoras sejam muito mais caras que as chamadas para celular da própria operadora.

A VUM representou 31% da receita de serviços das operadoras de celular no Brasil em 2009, o que torna complicado qualquer redução abrupta.

 

 

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Produção de telefones celulares mostra recuperação mais lenta em fevereiro

Eduardo Tude

A produção de telefones celulares no Brasil apresentou crescimento de 6,6% em Fev/10 quando comparada à Fev/09. Este resultado não pode ser encarado como positivo, uma vez que a base de comparação é muito baixa. A produção de Fev/09 foi 49,1% menor que a de de Fev/08.

Não se repetiu em Fev/10 a recuperação observada em Jan/10, quando o crescimento em relação à Jan/09 foi de 59,7%. A queda em Jan/09 em relação à Jan/08 havia sido de 63,8%.

Este é um sinal das dificuldades que a indústria terá para repetir em 2010 a produção de 73 milhões de unidades alcançada em 2008. Segundo dados da ABINEE a produção de 2009 foi 15% menor que a de 2008.

Foram exportados 2,0 milhões de telefones celulares em Jan-Fev/10, mesma quantidade de igual período do ano anterior.

 

 

Eduardo Tude

Presidente e sócio da empresa de consultoria Teleco, atua desde 2002 como analista do mercado de Telecom, coordenando projetos de consultoria, publicando artigos semanais, preparando relatórios setoriais e apresentando workshops.

Engenheiro de Telecom (IME 78) e Mestre em Telecom (INPE 81) é membro da Comissão julgadora do Global Mobile Awards do Mobile World Congress em Barcelona e atuou como professor especialista visitante da Unicamp (2013).

Ocupou várias posições de Direção em empresas de Telecom em áreas como Sistemas Celulares (Ericsson), Redes Ópticas (Pegasus Telecom) e Satélites (INPE).

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