Seção: Comentários Teleco

26/09/2015


Base de telefones fixos do Brasil encolhe em 2015

 

 

A base de telefones fixos do Brasil, que ainda apresentava pequeno crescimento até 2014, sofreu uma perda de 874 mil telefones fixos nos oito primeiros meses de 2015.

 

 

 

 

A redução ocorre nas concessionárias que apresentaram uma perda de 1,3 milhões em sua base de telefones fixos nos primeiros oito meses de 2015. Já as autorizadas, que conquistam o cliente com a oferta de banda larga de alta velocidade, apresentaram adições líquidas de +411 mil telefones fixos neste período.

 

Eram de autorizadas (Embratel/Net, GVT e outras) 41,3% dos telefones fixos do Brasil em ago/15.

 

 

 

 

Em ago/15, a Oi era a líder em market share de telefones fixos no Brasil (35,3%), seguida pela Vivo/GVT (34,0%) e Embratel/Net (26,3%).

 

 

 

 

As três principais operadoras de telefonia fixa apresentaram adições líquidas negativas nos oito primeiros meses de 2015.

 

 

 

 

 

A perda da Vivo só não foi maior devido às adições líquidas de +276 mil telefones fixos da GVT.

 

 

 

Esta redução da base de telefonia fixa vem acompanhada de uma queda na receita neste segmento, que no 1º semestre de 2015 foi de -3,1% (1S15/1S14).

 

A participação da receita de voz nos serviços fixos no Brasil caiu de 54,1% em 2011 para 37,3% no 1S15.

 

 

 

 

Na principal concessionária de telefonia fixa do Brasil (Oi), a receita de voz representava 51,2% da receita de serviços fixos no 2T15, podendo ser superada pelas receitas de banda larga fixa e TV por assinatura até o final do ano.

 

Os contratos de concessionárias de telefonia fixa deverão ser renovados no final de 2015. Este quadro é mais uma evidência da perda de importância da telefonia fixa prestada por estas concessionárias e da necessidade de uma revisão deste modelo.

 

 

Diante deste cenário pergunta-se:

  • Que modificações deveriam ser feitas nos contratos de concessão de telefonia fixa?
  • As concessionárias de telefonia fixa deveriam passar a ser autorizadas como as demais prestadoras?
  • O que muda no quadro regulatório quando a voz deixa de ser a principal fonte de receita das operadoras?

 

 

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