Seção: Comentários Teleco

03/10/2015


Banda larga fixa está repetindo em 2015 o crescimento de 2014

 

 

A crise econômica parece não estar afetando o ritmo de crescimento da banda larga fixa no Brasil. As adições líquidas acumuladas nos primeiros oito meses de 2015 foram praticamente as mesmas de igual período de 2014.

 

 

 

As três principais operadoras de banda larga fixa do país apresentaram pequena redução de suas adições líquidas neste período, que foi compensada por um crescimento maior das outras operadoras.

 

A líder Embratel/Net ganhou market share neste período, enquanto Vivo/GVT e Oi perderam.

 

 

 

 

É importante, no entanto ressaltar que as adições líquidas de 1,8 milhões da banda larga fixa em 2014, foram inferiores à média de 2,4 milhões dos quatro anos anteriores.

 

Mantido o atual ritmo de crescimento da banda larga fixa no país, serão necessários mais 10 anos para que a densidade de 12 acessos BL fixa/100 hab. salte para a atual densidade de telefones fixos do Brasil (22 acessos /100 hab.).

 

 

Seria necessário também acelerar a evolução no que se refere a velocidade da banda larga fixa no Brasil. Em ago/15, 64,55% do total de acessos banda larga fixa tinham velocidade maior que 2 Mbps, mas apenas 23,9% apresentavam velocidade superior a 12 Mbps.

 

 

 

 

A Vivo/GVT é a operadora com maior participação de acessos com velocidade acima de 12 Mbps em sua base (41,6%), mas 44,3% dos seus acessos ainda tem velocidade inferior a 2 Mbps.

 

 

 

 

Já na Embratel/Net, 82,3% dos acessos têm velocidade superior a 2 Mbps e 28,6% maior que 12 Mbps. Na Oi, 48,1% dos acessos ainda tinham velocidade inferior a 2 Mbps.

 

Os acessos de tecnologia xDSL ainda são a maioria na banda larga fixa do país (53%), embora estejam contabilizados pelas operadoras nesta categoria acessos com fibra até um nó na vizinhança (FTTN) onde os últimos metros do acesso são feitos com pares de cobre.

 

 

 

O cabo vem em segundo com participação de 32,2%, seguido pelos rádios spread spectrum dos pequenos provedores (6,1%). Os acessos com fibra representam 4,7% do total de acessos banda larga fixa no Brasil.

 

 

Diante deste cenário pergunta-se:

  • O que pode ser feito para acelerar o crescimento da banda larga fixa no Brasil?
  • Quando a maior parte dos acessos terá velocidade maior que 12 Mbps?

 

 

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