Seção: Comentários Teleco

08/10/2016


Vivo é a líder em M2M (IoT) no Brasil

 

 

A Vivo ultrapassou a Claro em fev/16 e se consolidou na liderança do mercado de M2M via celular.

 

 

Nota: Em MVNOss estão incluídas a Porto Seguro, Datora (Vodafone Mobile e Terapar.

 

 

A Vivo liderou o crescimento nos primeiros sete meses do ano, com adições líquidas de 404 mil M2M, enquanto a Claro apresentou adições líquidas negativas neste período (-227 mil).

 

 

 

 

A Internet das Coisas (IoT) é uma evolução do M2M (comunicação Máquina-a-Máquina) em que a conexão de objetos inteligentes permite a otimização e automação de processos levando a um ganho substancial de produtividade na economia. As conexões de objeto via rede celular representam uma grande oportunidade para as operadoras de Telecom e devem crescer com tecnologias desenvolvidas para este tipo de aplicação como o Narrow Band IoT, NB-IoT (Mais detalhes).

 

Com 4,6 milhões de M2M em jul/16 e um ARPU de R$ 3,30, a receita líquida da Vivo neste segmento pode ser estimada em R$ 100 milhões nos sete primeiros meses do ano.

 

Merece destaque também a atuação das MVNOs neste segmento.

 

 

Milhares M2M
2012
2013
2014
2015
Jul/16
Porto Seguro
8
100
252
296
279
Datora
-
5
-
37
66
Terapar
-
-
3
7
7
Total MVNOs
48
105
255
340
352

.

A maior parte dos seus celulares são M2M: Porto Seguro (76%), Datora (91%) e Terapar (95%).

 

 

Os acessos M2M via celular cresceram 4,1% nos sete primeiros meses de 2016 passando a representar 4,7% do total de celulares.

 

 

 

 

A maior parte dos terminais M2M via celular do Brasil está concentrada em dois segmentos:

  • Maquinas para pagamento de cartão de crédito/débito em pontos de venda.
  • Serviços de rastreamento de veículos oferecidos por empresas de segurança.

 

As áreas locais 11 (São Paulo) e 19 (Campinas) concentram 48,3% dos registros de terminais M2M do Brasil.

 

 

 

 

Entre os entraves para o crescimento das soluções M2M no Brasil estão as taxas de fiscalização (Fistel) pagas para cada dispositivo. Lei sancionada em 2012 reduziu a Taxa de Fiscalização de Instalação (TFI) de R$ 26,83 para R$ 5,68 e a Taxa de Fiscalização de Funcionamento (TFF) de R$ 13,42 para R$ 1,87. A Anatel, no entanto, aplica esta redução no Fistel a apenas 38% do total de acessos M2M do Brasil.

 

 

Diante deste quadro pergunta-se:

  • Qual será o crescimento do M2M via celular em 2016?
  • Qual o papel das MVNOs neste mercado?
  • A Vivo vai continuar na liderança deste mercado?
  • As aplicações de pagamento móvel continuarão sendo a principal aplicação de M2M no Brasil?
  • Qual o tamanho do mercado de IoT no Brasil?

 

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