Seção: Comentários Teleco

22/12/2016


Balanço de 2016: 47% consideraram o ano ruim/péssimo

 

 

O ano de 2016 foi considerado ruim/péssimo por 47% dos que responderam a enquete anual do Teleco, resultado muito pior que o das enquetes de 2015 e 2014.

 

 

 

 

 

O comentário do Teleco "O que acompanhar em 2016" já apontava para um ano difícil com a crise econômica e política.

 

 

 

 

A crise econômica levou a uma queda na taxa de crescimento do pós-pago e da banda larga fixa e ao crescimento negativo dos demais serviços.

 

 

Nota: Projeções da Teleco para 2016.

 

 

O desfecho da crise política levou a mudanças no Governo, com a fusão do Ministério das Comunicações com o de Ciência e Tecnologia e Juarez Quadros assumiu a presidência da Anatel. Estas mudanças criaram um ambiente mais propício para mudanças no marco regulatório brasileiro.

 

 

Os demais destaques para 2016 foram:

  • De voz para dados: A transição de voz para dados continuou de forma acelerada, embora no celular apenas na Vivo a receita de dados tenha superado a de voz (mais detalhes).
  • Pré-pago encolhe: O pré-pago continuou encolhendo em 2016, ocasionado pelo abandono do segundo chip devido ao uso intensivo de mensagens.
  • 4G deslancha: O destaque positivo do ano foi o crescimento dos celulares com tecnologia 4G. A quantidade dobrou nos primeiros dez meses do ano, atingindo 53 milhões em outubro e superando os de tecnologia 2G.
  • Banda larga fixa: Ao contrário do esperado, a banda larga fixa deve crescer menos em 2016 que em 2015.
  • TV por Assinatura: A TV por assinatura continuou perdendo assinantes em 2016. A queda só não foi maior devido aos jogos olímpicos do Rio.
  • Fusões e aquisições: O pedido de recuperação judicial da Oi movimentou o mercado. A renegociação da dívida precisará ser equacionada antes de qualquer operação de fusão ou aquisição
  • Contratos de concessão da telefonia fixa. O PL 3453 - em fase final de aprovação - estabelece um novo marco regulatório para as telecomunicações e deve desatar o nó atual de baixo nível de investimento das concessionárias, permitindo que essas operadoras migrem para o regime de autorização e troquem as obrigações da telefonia fixa por compromissos de investimentos em banda larga.
  • Mais impostos. Com a queda nas suas receitas devido à crise econômica doze estados aumentaram as alíquotas de ICMS em 2016 (mais detalhes).
  • O desligamento da TV analógica ocorreu em Rio Verde e no Distrito Federal.
  • Internet das coisas. Um dos temas quentes do ano, a internet das coisas começa a avançar no Brasil. Os acessos M2M via rede celular cresceram 10% nos últimos doze meses.

 

Diante deste quadro pergunta-se:

  • O ano de 2016 foi ruim para as telecomunicações no Brasil?
  • O que esperar de 2017?
  • O pré-pago vai continuar encolhendo em 2017?
  • O que muda no cenário competitivo em 2017?
  • Como ficará a recuperação judicial da Oi?
  • Como será a evolução da IoT no Brasil em 2017? 
  • Qual será o desfecho do conflito com a OMC?

 

 

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