Seção: Comentários Teleco

14/01/2017


O encolhimento da base de pré-pago no Brasil

 

 

Dados preliminares da Anatel indicam que o Brasil terminou 2016 com 165 milhões de celulares pré-pagos, 20 milhões a menos do que em 2015.

 

 

 

 

 

O encolhimento da base de pré-pago se acelerou em 2015 (-28 milhões) com o abandono do 2º chip pelos usuários que passaram a se comunicar mais intensamente através de mensagens utilizando aplicativos móveis, como o WhatsApp.

 

A tendência é que as perdas continuem em 2017, mas com um volume menor. Em dezembro, mês que serve de referência para o pagamento da taxa anual de fiscalização (FISTEL), as adições líquidas de 2016 (-5,3 milhões) foram menores que as de 2015 ( -12,1 milhões).

 

 

Com este resultado, a participação do pré-pago no total de celulares do Brasil, que já foi de 83% em 2009, vem caindo nos últimos quatro anos tendo atingido 67% em dez/16 (dados preliminares).

 

 

Nota: Estimativa da Teleco baseada em dados preliminares da Anatel para dez/16

 

 

As perdas atingiram as quatro principais operadoras, sendo a Claro a mais atingida em 2016.

 

 

 

 

 

 

Diante deste cenário pergunta-se:

  • Até quando a participação do pré-pago no total de celulares vai continuar caindo?
  • Quais operadoras estão apresentando um melhor desempenho neste processo?
  • Que tipo de plano de serviço pode ser mais eficiente para a migração de pré-pago  para pós?
  • Quanto o cliente atual de pré-pago é capaz de gastar com telecomunicações mensalmente? 

 

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