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GVT

 

Esta página: Resultados da GVT, operadora de telefonia fixa e internet no Brasil.

 

 

Código de Seleção de Prestadora: 25

 

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Desempenho Operacional

 

Milhares
2006
2007
2008
2009
Acessos em serviço
635
752
1.038
1.442
ADSL
137
246
442
669
Assinantes VOIP
35
74
100
158
Empregados
2670
-
-
-

 

Em 2009 a GVT estava presente em 84 cidades, sendo 75 na Região II e 9 nas demais regiões.

 

Consulte: VoIP na GVT

 

Desempenho Econômico Financeiro

 

R$ Milhões
2006
2007
2008
2009
Receita Bruta
1.200
1.535
2.129
2.771
Receita Líquida
769
981
1.320
1.699
EBITDA
256
358
503
583*
Margem EBITDA
33,3%
36,5%
38,1%
34,3%*
Lucro (prejuízo) líquido
(71,8)
59,2
30,6
59*
Dívida Líquida
(1.142)
110
(285)
(153)
Investimentos
190
566
721
658

 

* A GVT teve custos extraordinários de R$ 72,2 milhões devido da troca de controle no 4T09. Sem estes custos a Margem EBITDA seria de 38,6% e o lucro líquido de R$ 132 milhões.

 

 

Receita Líquida

 

R$ Milhões
2006
2007
2008
2009
Telefonia Fixa
588
717
887
1.106
Serviço local
423
516
650
806
Longa distância
121
148
179
214
Uso da rede
44
53
58
86
Dados p/ empresas
34
45
119
156
Internet
132
191
276
392
Banda larga
62
128
220
345
ISP
70
63
56
47
VoIP
14
26
33
39
Receita Líquida
768
981
1.320
1.699

 

 

 

 

Início das Operações em São Paulo

A GVT anunciou o início das suas operações em São Paulo, começando pelas ciadades de Sorocaba e Jundiaí, por se tratarem de regiões estrategicamente localizadas no estado, com intensa atividade econômica. Essas duas cidades estão dentro da primeira etapa de expansão da empresa em São Paulo que tem a previsão de entrada na capital até 2011.

 

Os serviços ofertados são de telefonia fixa e banda larga com velocidades até 100 Mbps.

 

Os investimentos foram de R$ 40,1 milhões na construção da rede com capacidade de 38 mil acessos de banda larga e de voz, correspondendo a 30% de cobertura nas duas cidades.

 

 

 

Vivendi compra a GVT

 

A Vivendi anunciou em 13/11/09 ter adquirido as ações dos controladores da GVT por R$ 56,00 por ação, o que representa 37,9% do total e possuir ainda opções de compra incondicionais para uma parcela adicional de 19,6% das ações o que lhe daria um total de 57,5% das ações.

 

Estas opções foram exercidas em 23/12/09 juntamente com a aquisição de outros lotes de ações, passando a Vivendi a ser detentora de 85,5% do capital da GVT.

 

O objetivo da Vivendi é adquirir a totalidade das ações da GVT, que deixaria de ter as suas ações negocidas em Bolsa.

 

OPA para fechamento do capital da GVT

 

A Vivendi lançou no dia 26/03/2010 oferta pública (OPA) para a aquisição da totalidade das ações da GVT.

 

Preço oferecido: R$ 56 por ação.

 

Data: 27/04/2010

 

 

A OPA foi bem sucedida e a Vivendi adquiriu 16.647.327 ações ordinárias da GVT, representando 93,58% das ações em circulação da GVT.

A participação da Vivendi na GVT passou a ser correspondente a 99,17% (136,1 milhões de ações das 137,2 milhões de ações do capital total da GVT).

Em razão da aceitação da oferta por acionistas representando mais de dois terços (2/3) das ações habilitadas para o leilão, o registro de companhia aberta da GVT deverá ser cancelado com a devida aprovação da CVM.

Considerando que a quantidade de ações da GVT que não são detidas pela Vivendi é inferior a 5% do capital da GVT, a GVT deverá realizar uma assembléia geral extraordinária para aprovar o resgate das ações remanescentes pelo mesmo preço da oferta (ajustado pela taxa SELIC desde a data da liquidação da oferta até a data de pagamento do resgate).

 

 

 

 

 

 

 

GVT inicia operação em Fortaleza (CE), João Pessoa e Campina Grande (PB)

 

No dia 14 de abril de 2010 a GVT iniciou sua operação em Fortaleza (CE), João Pessoa e Campina Grande (PB), com a linha completa de telefonia fixa e banda larga a velocidades de até 100Mbps. A implementação consumiu investimento de R$ 95,1 milhões na construção da rede com capacidade de 107 mil acessos de banda larga e de voz, o correspondente a 30% de cobertura geográfica na região.

 

O período de pré-venda nestas 3 cidades mostrou a demanda existente por banda larga que representou cerca de 90% das vendas e desses 96% são de velocidades iguais ou acima de 10 Mbps. A portabilidade numérica foi adotada em 50% das pré-vendas de telefones fixos nestas 3 cidades.

 

O plano da empresa é ampliar de 40% a 45% da cobertura inicial, com novos bairros a serem atendidos nos segundo semestre deste ano e ao longo de 2011 com foco nas capitais Fortaleza e João Pessoa.

 

A entrada no Ceará e na Paraíba faz parte do processo de expansão nacional da GVT que teve início em 2007 com a entrada em Belo Horizonte, seguida de Contagem, Betim (MG) e Salvador (BA), em 2008; Vitória e Vila Velha e Serra (ES) além de Recife e Jaboatão dos Guararapes (PE) em 2009. 

 

 

 

Histórico

 

Até ser vendida para a Vivendi a GVT era controlada pela GVT (Holland), empresa formada por investidores financeiros, incluindo Egaly Group (37,1%), Magnum Telecom (21,9%), IDB (16,5%), Discount Investment Corporation (16,5%) Quillon (6,7%) e outros.

 

Ela passou a ter suas ações negociadas no novo mercado da Bovespa em 15/02/2007.

 

A GVT possui autorização de serviço Local, LDN e LDI para todo o Brasil (Regiões I, II e III). Ela é a empresa espelho para a Região II.

 

Em fevereiro de 2007 a GVT estava em operação em 61 cidades da Região II e nas áreas metropolitanas de São Paulo (11), Rio de Janeiro (21) e Belo Horizonte (31), totalizando 64 cidades em todo o território nacional.

Em Set/07 a GVT anunciou o início de operação em Belo Horizonte com uma oferta inicial de 30 mil linhas de voz e 13 mil acessos ADSL.

 

Em maio de 2008 a GVT anunciou o início de operação em Contagem (Minas Gerais) com uma oferta inicial de 18 mil linhas de voz e de até 14 mil acessos de banda larga (ADSL).

 

Em maio de 2008 a GVT anunciou o início de operação em Salvador (Bahia) com uma oferta inicial de 45 mil linhas de voz e de até 45 mil acessos de banda larga (ADSL). A operadora investiu R$ 50 milhões para cobrir os bairros de Amaralina, Barra, Caminho das Árvores, Canela, Comércio, Graça, Jardim Apipema, Pituba e Vitória.

 

Em dez/07 a GVT adquiriu a Geodex, empresa que conta com uma rede própria de mais de 11 mil km de fibras ópticas baseadas em tecnologias SDH e DWDM. A GVT despendeu R$ 74,6 milhões pela aquisição do controle acionário, e outros cerca de R$ 33,7 milhões (considerando todo o balanço de caixa da Geodex no ato da transação) pelo pagamento de obrigações contraídas pela empresa adquirida.

 

 

 

Vivendi compra a GVT

 

A Vivendi anunciou em 13/11 ter adquirido as ações dos controladores da GVT por R$ 56,00 por ação, o que representa 37,9% do total e possuir ainda opções de compra incondicionais para uma parcela adicional de 19,6% das ações o que lhe daria um total de 57,5% das ações. Ela irá lançar uma oferta pública para adquirir os 42,5% restantes ficando com 100% do capital.

 

A Telefonica que havia aumentado a sua oferta de R$ 48 por ação para R$ 50,50 e tinha um leilão marcado para 19 de novembro ficou desta forma fora da disputa.

 

Os acionistas da GVT aprovaram em 3/11 a retirada do seu contrato social da pílula de veneno que dificultava a venda da empresa. Quem comprasse mais de 15% das ações da empresa teria de pagar um premio de 25% sobre o valor mais alto nas últimas semanas. Esta era uma das condições da Vivendi e da Telefonica para adquirir a GVT.

 

A Anatel concedeu em 12/11/09 anuência prévia para que a Telefonica ou a Vivendi comprem a GVT.

No caso da Telefonica, a Anatel estabeleceu condições para “propiciar competição efetiva e impedir a concentração econômica no mercado”, sendo as principais:

  1. Telefonica e GVT deverão se manter como empresas autônomas por um prazo de 5 anos. Esta condição pode ser revista após 2 anos.
  2. A Telefonica deverá realizar nos próximos 10 anos, investimentos em P&D em valores anuais correspondentes a até 100% do FUNTTEL.


As ofertas da telefonica e da Vivendi pela GVT

 

O Grupo Swarth que controla a GVT anunciou em Set/09 um acordo com a Vivendi para vender o controle da empresa. A Vivendi pretende adquirir todas as ações da empresa através de uma oferta pública de aproximadamente R$ 42,00 por ação. A Vivendi deve gastar cerca de US$ 2,9 bilhões com a operação.

A Vivendi é um grande grupo de mídia francês que controla juntamente com a Vodafone a SFR, segunda operadora de celular da França.

 

A Telefonica lançou em 7/10/2009 uma oferta pública para adqurir pelo menos 51% das ações da GVT em leilão a ser realizado na Bovespa em 19/11/2009. O preço ofertado pela Telefonica é de R$48,00 por ação o que representaria um investimento de cerca de R$ 6,5 bilhões.

 

A Telefonica pode fazer a oferta por que a GVT possuí apenas ações ordinárias (com direito a vota) e 65% das suas ações não está na mão dos controladores.