Seção: Tutoriais Banda Larga
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Com as simulações, foi possível comprovar alguns resultados quanto aos grandes benefícios ao utilizar o protocolo MPLS. A estratégia do protocolo MPLS utilizada nas simulações foi o monitoramento de sessões LDP para, em caso de falhas nos enlaces, atuar como mecanismo de recuperação, garantindo que, após uma situação de degradação ou falha na rede, o mecanismo garanta a continuidade da transmissão.
No caso do re-roteamento dinâmico, ele calcula e estabelece uma nova rota após surgimento de falhas automaticamente, podendo atuar globalmente, mas com maior tempo gasto devido ao tempo de notificação, mas com a garantia de que a rota criada é a mais curta possível.
Com os avanços na área das redes de computadores, houve também a melhoria no desempenho do encaminhamento de pacotes da rede IP sobre as demais tecnologias de nível 2 no núcleo das redes. A utilização do MPLS aloca mais recursos de rede e processamento para a configuração e armazenamento das informações de controle, e necessita da criação e manutenção das tabelas de mapeamento e equivalência de rótulos, mas tem a garantia de prover serviços e ferramentas de gerência de rede.
Muitas soluções propostas pelo protocolo MPLS ainda estão em fase de desenvolvimento e pré-implantação. Os principais órgãos normatização de telecomunicações mundiais como o IETF (Internet Engineering Task Force) e o ITU-T (International Telecommunication Union), e grupos mundiais como o MPLS-RC (The MPLS Resource Center) e o ATM-Forum, têm desenvolvido vários estudos visando aprimoramentos das aplicações do protocolo MPLS, como por exemplo a simplificação e melhoria dos meios de transmissão ópticos (SDH) através do uso do protocolo GMPLS (Generalized MPLS – MPLS Generalizado), configuração de VPNs (Virtual Private Network – Redes Virtuais Privadas), aplicação de técnicas de QoS (Quality of Service – Qualidade de Serviço) e de Engenharia de Tráfego (MPLS – TE), visando garantir requisitos de qualidade de serviço, confiabilidade, rapidez e desempenho transmissão de dados de novas aplicações que vão surgindo.
Referências
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