Seção: Tutoriais Operação

 

 
Operação e Manutenção: Modelos de Gerenciamento de Redes

 

A operadora de teleco que esteja inserida num ambiente de mercado, com certo grau de competição, onde expressões como parcerias, alianças e fornecedores são comuns na solução de seus serviços, dificilmente fornecem uma solução completa de facilidades de redes que possam atender a totalidade de suas demandas de serviços aos seus clientes.

 

 

O gerenciamento de um negócio é formado por um conjunto de métodos e práticas desenvolvidas internamente e por outras entidades externas à organização. A operadora de teleco vai a busca das melhores práticas de gestão de operação de sua rede, na medida que:

  • desenvolve uma cultura de aprimoramento contínuo de seu sistema de gerenciamento da qualidade de seus processos;
  • percebe a importância de estar compatível ou acima dos padrões das práticas exercidas por seus concorrentes ou empresas parceiras, que aumenta na medida de sua participação em operações globais;
  • seus clientes exigem que seu contrato de serviço atenda a determinados requisitos estabelecidos por normas e recomendações.

O conjunto de métodos e práticas existentes é elaborado por entidades que editam documentos que podem ser classificados como:

 

  • Normativos:
conjunto de regras que devem ser seguidas para que estejam de acordo com a Norma. Exemplos: Série ISO 9000, TL 9000 (normas específicas de qualidade para o segmento de Telecomunicações, com forte utilização pelos fabricantes), TMN Model (modelo de gerenciamento de redes da ITU-T para compatibilidade entre sistemas de gerenciamento). No passado a Telebrás estabelecia no Brasil uma série de normas para as suas empresas filiadas e seus fornecedores, e muitas delas foram hoje incorporadas pela ANATEL.
  • Recomendações:
conjunto das melhores práticas que uma organização pode adotar para gerenciamento de sua rede. Exemplo: TOM – Telecom Operations Map, do TeleManagement Fórum.

 

As empresas modernas consideram que a qualidade de seus serviços é conseguida de forma consistente, em longo prazo, a partir da qualidade de seus processos. As melhores práticas, sejam elas desenvolvidas internamente ou baseadas em modelos estabelecidos por entidades, trazem os seguintes benefícios:

  • Facilidade na cooperação entre as áreas internas da organização e seus parceiros e fornecedores;
  • Promove a produtividade e qualidade de seus processos e conseqüentemente de seus serviços.

 

 

 

 

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