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WiMAX

Seção: WiMAX

04/07/08

 

WiMAX no Brasil

 

Esta Página: Acompanha a implantação do WiMAX no Brasil, apresentando a regulamentação, freqüências, operadoras e acompanhando os processos de licitação na Anatel e de implantação pelas Operadoras.

 

 

O WIMAX é uma tecnologia wireless desenvolvida para oferecer acesso banda larga a distâncias típicas de 6 a 9 Km. (WiMAX Tecnologia)

 

Uma das principais aplicações do WIMAX é a oferta de acessos banda larga a Internet, como alternativa ao ADSL. Ele foi desenvolvido visando aplicações fixas, nômades, portáteis e móveis.

 

Frequências disponíveis para Wimax no Brasil

 

Faixa Regulamentação Frequências (MHZ) Comentário
2,6 GHz Res. 429 (13/02/06)

2500-2530 (FDD)
2570-2620 (TDD)

2620-2650 (FDD)

Compartilhada com o MMDS
3,5 GHz Res. 416 (14/10/05) 3400 a 3600 em licitação
5 GHz Res. 365 (10/05/04) Seção X 5150-5350
5470-5725
Não precisa de licença

*só TDD

 

Implantação do Wimax no Brasil

 

A maior parte das implantações de WiMAX no Brasil deve ocorrer na faixa de 3,5 GHz.

 

A tabela a seguir apresenta as empresas que adquiriram blocos de frequências em 3,5 GHz na licitação n. 003/2002/SPV-Anatel, realizada em fevereiro de 2003.

 

Empresa
Regiões
Embratel
3 Regiões (Brasil todo)
Brasil Telecom (Vant)
12 AN
Grupo Sinos
AN (RS1)
Neovia (DirectNet)
Região III
(estado de SP);
WKVE
6 AN nos estados de MG, ES e BA

AN: área de numeração, código DDD.

 

Sites destas prestadoras: Grupo Sinos, Neovia, WKVE.

 

 

Rede Wimax da Embratel

 

Início de operação: Março de 2008

 

Cobertura inicial: Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís e São Paulo. (12 cidades)

 

A rede WiMax da Embratel será implantada em 61 cidades através de 1.018 estações de rádio Base (ERBs) e possível expansão para um total de 200 cidades. Investimentos da ordem de R$ 175 milhões.

 

Mercado alvo:segmento de pequenas e médias empresas

 

Fonte: comunicado ao mercado da Embratel de 18/03/2008.

 

 

Além da faixa de 3,5 GHz, as empresas que possuem licenças na faixa de 2,6 GHz, compartilhada com o MMDS, e que possuem licença SCM também têm mostrado interesse em implantar redes Wimax para oferecer serviços de banda larga e outros serviços de valor adicionado. Consulte a relação de prestadoras de MMDS

 

A Anatel iniciou em 2006 a Licitação nº 002/2006 para licitação de novas frequências em 3,5 GHz. Mais de 100 empresas apresentaram propostas para esta licitação que acabou sendo suspensa por intervenção do TCU e revogada pela Anatel em Jun/08. A Anatel pretende realizar nova licitação em 2008.

 

Nova licitação de Wimax

 

Em palestra para o 14º Encontrol Tele.Sintese o Superintendente da Anatel Jarbas Valente apresentou a proposta de nova modelagem de lcitação para as frequências de 3,5 GHz a ser apresentada ao Conselho da Anatel:

  • Blocos de frequência de 5 MHz (Atualmente são de 1,5 MHz).
  • Cada empresa pode possuir no máximo 30 MHz. (Atualmente são de 10 MHz).
  • Parte da faixa para uso das prefeituras e inclusão digital.
  • Migração dos contratos atuais para a nova modelagem.
  • A mobilidade irá afetar o preço mínimo

A licitação deverá ocorrer em 2009.

 

 

 

 

Certificação de equipamentos Wimax

 

A Anatel publicou em 22/02/08 a Res 492 que aprova a Norma que será utilizada para a certificação de equipamentos Wimax em aplicações fixas. As funções de mobilidade devem ser desabilitadas a menos que expressamente autorizado pela Anatel.

 

Consulte a Norma: "Norma para Certificação e Homologação de Transmissores e Transceptores Digitais para o Serviço Fixo-Fixo em aplicações Ponto-Multiponto nas faixas de Frequências acima de 1GHz".

 

Para mais informações consulte

 

Teleco

Sites

Intel

Revista de WiMAX

Newsletters da Revista de WIMAX

WiMAX Fórum

 

 

Licitação 002/2006

 

A Anatel abriu em 13/07/2006 licitação para outorga de autorização de uso de blocos de radiofreqüência de 3,5 GHz e 10,5GHz associada à autorização de SCM ou de STFC. Estão sendo ofertados blocos de frequências para as regiões I, II e II do Plano Geral de Outorgas e blocos de frequência por área de numeração (código DDD).

 

Em 15/08/06 o Minicom solicitou a suspensão da Licitação com o objetivo de harmonizar as políticas que o Ministério das Comunicações está elaborando para promoção do Programa de Inclusão Digital às ações da Agência. A suspensão não foi aprovada pelo Conselho Diretor da Anatel.

 

O edital restringia a participação das concessionárias do STFC, na modalidade de serviço local, bem como suas controladoras, controladas ou coligadas. Pelo edital elas não poderiam apresentar propostas financeiras para as áreas em que detêm concessão. Estas empresas, no entanto, conseguiram em 30/08/06, através da Abrafix, uma liminar na justiça suspendendo esta restrição. A Anatel recorreu mas tem sido derrotada nas várias instâncias. A última foi em 08/01/07 quando a sexta turma do Tribunal Regional Federal 1ª Região (Brasília) negou, de forma unânime, o provimento apresentado pela Anatel.

 

As propostas foram entregues em 04/09/2006 por 100 empresas. Consulte a Ata e relação de credenciados.

 

A Abertura das propostas financeiras, prevista para 18/09/2006, foi suspensa pelo TCU, que alegou haver uma defasagem no valor do US$ utilizado na determinação dos preços mínimos definidos no edital. A Anatel apresentou sua defesa e aguarda autorização do TCU para dar andamento ao processo.

 

Em 06/12/2006 o Ministro do TCU Marcos Vilaça pediu vista no processo, adiando desta forma a decisão do TCU sobre a licitação para janeiro de 2007.

 

Em Jun/08 a Anatel revogar esta licitação.

 

Mais Informações: Licitação nº 002/2006/SPV

 

Com esta medida fica aberta a porta para a realização de uma nova licitação em outros moldes. Um dos pontos em discussão é a destinação da faixa de 3,5 GHz para o SMP o que regulamentaria a utilização de mobilidade para o Wimax.

 

 

 

 

Fornecedores se unem para comercializar Wimax no Brasil

 

Cinco empresas (Icatel, Trópico, Asga, Padtec e Parks) se uniram em Dez/07 para produzir e comercializar o WiMAX no Brasil.

 

Será formada uma joint venture que, juntamente com o CPqD e o Ceitec receberão R$ 30 milhões de recursos do Funttel (Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações).

 

 

BrT testa Wimax em São Paulo

 

A Anatel, através do ato 67.860 de 09/10/07 expediu autorização para a BrT testar o Wimax nas frequências de 3,5 GHz na cidade de São Paulo por um prazo de 6 meses.

 

TVA e Wimax

 

A TVA, operadora de TV por assinatura que já fornece serviços de banda larga e VoIP através da sua rede de TV a cabo, pretende utilizar as frequências de MMDS para implantar uma rede Wimax.

 

Ela fez um trial de rede Wimax, no padrão IEEE 802.16e, com a Samsung em 2006 em São Paulo - SP, e em Curitiba - PR.

 

Além disso, a TVA anunciou em março/07 que assinou acordos de trial de redes Wimax, no padrão IEEE 802.16e, para São Paulo, com a Nortel, e para o Rio de Janeiro, com a Motorola, cidades em que a TVA possui licença de uso de todo o espectro na faixa de 2,6 GHz.

 

Anatel através dos Atos 66.816, 66.819 e 66.824 de 28/08/07 prorrogou o prazo para a TVA dar continuidade à avaliação relativa ao sistema de transmissão e recepção de sinais utilizando bidiracionalidade de canais na tecnologia Wimax.

 

Faixa de 10,5 GHZ

 

A Anatel destinou também a faixa de 10,5 GHz para aplicações de Banda Larga Wireless (BWA) no Brasil (Resolução nº 307, de 14/08/02). Esta faixa pode ser utilizada com sistemas proprietários pois o WIMAX não está sendo padronizado para esta faixa de fequências.

 

 

As licitações de blocos de frequências para 3,5 GHz realizadas pela Anatel têm incluído também blocos de frequência em 10,5 GHz. A tabela a seguir apresenta as empresas que adquiriram blocos de frequências em 10,5 GHz na licitação n. 003/2002.

 

 

Empresa
Regiões
Embratel
2 AN (RJ1 e SP1)
Vant (BrT)
4 AN (estados de SP, RJ, MG, PR, RS,
BA, PE e CE);
Universal
Algumas AN nos estados de SP, RJ e MG
Inforwave
AN (MG2)

AN: área de numeração.

 

 

 

 

 

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