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12/2007

A estratégia da Nextel.

Eduardo Tude

 

A estratégia da Nextel neste leilão ainda não está totalmente clara. Apesar dos lances  agressivos ela pode terminar o leilão sem arrematar nenhuma área, servindo apenas de instrumento para aumentar o ágio pago pelas outras operadoras. Neste caso, ela seria séria concorrente para a outra faixa de freqüência de 3G em todo o Brasil a ser licitada pela Anatel em 2008.

 

A Nextel do Brasil tem 1,2 milhões de clientes e faz parte da Nextel Internacional (NII) empresa que se separou da nextel dos Estados Unidos quando ela foi adquirida pela Sprint.

 

A NII atua no México, Brasil, Argentina e Peru e possui 4,4 milhões de clientes.

 

A tecnologia da Nextel (IDEN) está sendo descontinuada e o caminho da operadora é adotar tecnologias de celular de 3ª Geração. Faz sentido, portanto a participação na Nextel do leilão de 3G no Brasil. A implantação de uma rede 3G no Brasil exigirá, no entanto, pesados investimentos e ainda não está claro aonde a Nextel irá buscar estes recursos.

 

 

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Eduardo Tude

Presidente e sócio da empresa de consultoria Teleco, atua desde 2002 como analista do mercado de Telecom, coordenando projetos de consultoria, publicando artigos semanais, preparando relatórios setoriais e apresentando workshops.

Engenheiro de Telecom (IME 78) e Mestre em Telecom (INPE 81) é membro da Comissão julgadora do Global Mobile Awards do Mobile World Congress em Barcelona e atuou como professor especialista visitante da Unicamp (2013).

Ocupou várias posições de Direção em empresas de Telecom em áreas como Sistemas Celulares (Ericsson), Redes Ópticas (Pegasus Telecom) e Satélites (INPE).

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