Atualizado em: 11/02/2024
Qual será o crescimento da receita da TIM em 2024?
A receita líquida de serviços móveis da TIM cresceu 11,1% em 2023, atingindo 21,8 milhões.
Mas, após a aquisição da Oi Móvel em 2022, a base de celulares diminuiu em 2023. Ela apresentou adições líquidas negativas de -1,2 milhões de celulares, sendo -1,6 milhões no pré-pago e -0,3 milhões no pós-pago sem M2M.
Apenas no M2M, que tem uma contribuição pequena para a receita devido ao baixo ARPU, as adições líquidas foram positivas (+0,7 milhões).
O ARPU da TIM, que teve uma queda em 2022, voltou a crescer em 2023 com o reajuste dos planos de serviço promovido pela operadora e a diminuição da base de celulares, atingindo R$ 29,5.
O desafio da TIM é repetir o crescimento da receita líquida de serviços em 2024. O reajuste de preços em 2023 foi absorvido facilmente pelo mercado devido à menor carga tributária com a redução do ICMS.
A TIM projetou um crescimento da receita de serviços entre 5% e 7% em 2024.
Os serviços fixos representam 5,4% da receita líquida de R$ 23,9 bilhões da TIM. Eles apresentaram crescimento de 4,6% na receita líquida e de 13% nos acessos banda larga fixa.
Os acessos banda larga da TIM totalizaram 809 milhões em 2023, com crescimento de 39,3% em 5 anos, (2019-2023). Cerca de 90% desses acessos são de fibra.
A TIM tem apresentado bons indicadores de rentabilidade. A margem EBITDA é alta, acima dos 46%, e em 2023 atingiu o valor de 48,9%.
E o lucro da TIM cresceu 50,4% em 2023, atingindo R$ 2,7 bilhões.
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