Atualizado em: 01/02/2025
Brasil deve terminar 2025 com cerca de 60 milhões de celulares 5G
O Brasil terminou o mês de outubro com 55,1 milhões de celulares 5G, com adições líquidas de 18,3 milhões e crescimento de 50% nos últimos 12 meses. Mantidas as tendências atuais, o Brasil deve terminar 2025 com 59 milhões de celulares 5G e 2026 com cerca de 80 milhões.
A Vivo se tornou a líder em celulares 5G em jun/24 e, em out/25, possuía 22,1 milhões de celulares 5G. Ela liderou em adições líquidas no acumulado do ano até out/25 (6 milhões), seguida pela Claro (5,8 milhões) e pela TIM (3,1 milhões).
As 3 operadoras possuíam market share de 5G superior ao do total de celulares, devido à participação das operadoras regionais e MVNOs ainda ser incipiente nesta tecnologia. A Unifique terminou out/25 com 226 mil celulares 5G e a Brisanet com 125 mil.
Apesar do significativo crescimento dos celulares 5G, a adoção por esta tecnologia ocorre em um ritmo mais lento do que a 4G, como pode ser observado ao se comparar os meses após o lançamento no Brasil destas tecnologias.
O preço dos smartphones contribuiu para este menor crescimento, principalmente entre usuários de pré-pago.
Apesar das redes 5G no Brasil estarem entre as com maior velocidade no mundo, a disponibilidade, entendida como a proporção do tempo que um usuário está conectado com 5G, ainda era de cerca de 13% em janeiro de 2025 (OpenSignal). Para que a disponibilidade cresça é necessário disponibilizar frequências mais baixas como as de 600 e 700 MHz para 5G.
A média mensal das adições líquidas de celulares 5G durante o ano de 2025 (1,5 milhões) tem sido menor que a de 2024 (1,6 milhões).
Diante deste cenário pergunta-se:
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