Atualizado em: 19/12/2010

Balanço (antecipado) de 2010: Um ano melhor que 2009 para o setor

 

Para o setor de telecomunicações, o ano de 2010 foi um ano melhor que o anterior, demonstrando uma recuperação em relação à crise financeira mundial de 2009.

 

Os vários serviços apresentaram em 2010 adições líquidas de seus acessos superiores às de 2009. Não se voltou no entanto aos patamares de 2008, exceto na TV por Assinatura, que apresentou um forte crescimento em 2010, puxada pelo segmento de satélite (DTH).

 

 

Nota: Os dados de 2010 são projeções do Teleco

 

Dados preliminares da Anatel indicam que o Brasil terminou novembro de 2010 com 197,5 milhões de celulares e adições líquidas no acumulado de Jan-Nov/10 de 23,6 milhões de celulares, superando os 23,3 milhões de adições líquidas totais do ano anterior.

 

Em 2010, as adições líquidas mensais superaram às de 2009 em 8 dos primeiros 11 meses do ano. As adições líquidas de 3,1 milhões de celulares em Nov/10 foram quase duas vezes maiores que os 1,7 milhões de Nov/09.

 

 

Em Dez/10, as adições líquidas de celulares devem superar os 4,2 milhões de Dez/09 e o Brasil deve terminar 2010 com cerca de 202 milhões de celulares e uma densidade de 104 cel/100 hab., superando a projeção do Teleco de adições líquidas de 26 milhões de celulares para o ano de 2010.

 

Em 2010, o Brasil ultrapassou a marca dos 100 Cel/100 hab. e a banda larga móvel superou a fixa, devendo terminar o ano com mais de 18 milhões de acessos.

 

O ano foi marcado por consolidações nos principais grupos de Telecom do país:

A Anatel teve uma atuação mais ativa no ano tendo:

Ficou para 2011 a negociação do PGMU III e a aprovação do antigo PL 29 (atual PLC 116) que acaba com as restrições ao capital estrangeiro na TV por Assinatura.

 

O ano 2010 contou ainda com a reativação da Telebrás em uma tentativa do Governo de voltar a ter a presença de uma empresa estatal entre as operadoras do setor.

 

No geral, o desempenho dos principais grupos do setor foi positivo em 2010:

O ano foi bom para as operadoras, mas nem tanto para os fabricantes, que apresentaram baixo crescimento de receita e queda nas exportações de telefones celulares;

 

 

Diante deste quadro pergunta-se:

 

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