Atualizado em: 02/06/2017

A disputa de Vivo e TIM pela liderança no crescimento do pós-pago

 

 

Com os usuários aumentando seu consumo de dados, abandonando o segundo "chip" e migrando do pré-pago para planos controle, conquistar clientes de pós-pago passou a ser o principal objetivo da TIM, que liderou o crescimento neste segmento no 1T17. (mais detalhes).

 

A Vivo, líder de pós-pago com 42,2% de market share, reagiu e liderou o crescimento em abril com adições líquidas de 241 mil pós-pagos, contra 115 mil da TIM

 

O mercado de pós-pago pode ser melhor analisado, no entanto, excluindo-se os chips M2M utilizados em soluções de IoT, que apresentam ARPU (R$ 3,00) bem menor que o de smartphones pós-pagos (R$ 50,00). Trata-se de fato de dois mercados distintos.

 

A Vivo liderou em adições líquidas de pós-pago sem M2M em abril (154 mil), mas por uma margem menor em relação a TIM (117 mil). A Vivo liderou em adições líquidas de M2M em abril (87 mil) enquanto a TIM apresentou adições líquidas negativas (-2 mil).

 

 

A TIM ainda lidera, no entanto, no acumulado do ano com adições líquidas de 509 mil pós-pagos (sem M2M), seguida pela Vivo (323 mil).

 

 

 

 

 

A disputa por este mercado deve se acirrar ainda mais nos próximos meses. A Claro, que liderou o crescimento do pós-pago sem M2M em 2016, ainda não está repetindo o mesmo desempenho em 2017

 

A Vivo liderou também em adições líquidas totais de celulares no acumulado de 2017, por ter tido menos perda no pré-pago que a TIM. A Vivo perdeu 379 mil pré-pagos neste período e a TIM 2,6 milhões.

 

 

 

 

 

Diante deste quadro pergunta-se:

 

 

 

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