Atualizado em: 10/02/2018

A virada da TIM em 2017

 

A TIM conseguiu reverter em 2017 a tendência de queda em sua receita líquida de serviços móveis.

 

 

 

 

Com o crescimento de 5,1% no ano, a receita de serviços móveis da TIM voltou ao mesmo patamar de 2015 (R$ 14,7 bilhões). O crescimento de 37,7% da receita de dados móveis em 2017, foi fundamental para este resultado.

 

 

 

 

 

A receita de dados superou a de voz e passou a representar 58,6% da receita de serviços móveis da TIM. Colaborou para este resultado o fato da TIM ter terminado o ano na liderança em cobertura 4G, atendendo com esta tecnologia a 2.004 municípios e a 86,7% da população. No final de 2017, 47,1% da base de celulares da TIM era 4G.

 

 

A TIM continuou, no entanto, apresentando perdas significativas em sua base de pré-pago em 2017, o que a levou a perder a 2ª colocação no total de celulares para a Claro.

 

 

Parte destas perdas no pré-pago foram convertidas em crescimento no pós-pago (planos controle), o que a colocou como líder em adições líquidas de pós-pago (sem M2M) no ano.

 

As perdas de apenas 177 mil pré-pagos da TIM em dezembro podem ser um indicador de que a operadora conseguirá reduzir suas perdas neste segmento em 2018. Pesa neste processo o fato de 62,9% dos pré-pagos da TIM serem recorrentes.

 

 

A operadora conseguiu também manter a tendência de crescimento de sua margem EBITDA em 2017.

 

 

 

 

Embora o lucro líquido ainda tenha sido inferior ao do período de 2013 a 2015.

 

 

 

 

 

 

Diante deste quadro pergunta-se:

 

 

 

 

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