Atualizado em: 31/03/2018

 

A base de celulares do Brasil vai continuar encolhendo em 2018?

 

 

 

 

O Brasil perdeu 44 milhões de celulares nos últimos três anos. As perdas ocorreram no pré-pago (64 milhões) e foram compensadas parcialmente pelo crescimento do pós-pago (20 milhões).

 

As perdas no pré-pago nos últimos três anos ocorreram devido a:

O encolhimento da base de celulares do Brasil pode estar perto de terminar com a maior parte dos usuários possuindo apenas um chip. O Brasil terminou 2017 com 106 celulares (exc. M2M)/100 hab. A migração do pré para o pós-pago não afeta o total de celulares.

 

A estabilização pode ocorrer ainda em 2018. Nos dois primeiros meses do ano a base encolheu em 833 mil celulares, menos que os 1,1 milhões de igual período de 2017.

 

A base total de celulares do Brasil pode inclusive voltar a crescer devido ao M2M para soluções de IoT. Das adições líquidas de 20 milhões do pós-pago nos últimos três anos, 5 milhões foram de dispositivos M2M.

 

 

Quem está se beneficiando deste encolhimento?

 

 

A Vivo foi a operadora que mais se beneficiou deste processo com um ganho expressivo de market share nos últimos dois anos. Já a TIM, perdeu a 2ª colocação em market share para a Claro.

 

 

 

Contribuiu para o resultado da Vivo, seu desempenho em M2M com 54% das adições líquidas deste segmento nos últimos três anos.

 

Estas tendências se mantiveram nos dois primeiros meses do ano de 2018.

 

 

 

 

A diferença entre perdas no pré-pago e ganho do pós da Vivo (237 mil) foi menor que as da Claro (469 mil) e da TIM (634 mil). O crescimento em M2M ajudou a Vivo a reduzir para 43 mil celulares as perdas em sua base total de celulares nos dois primeiros anos do ano, enquanto na Claro estas perdas foram de 295 mil e na TIM de 628 mil.

 

A disputa deve se acirrar no pós-pago em 2018, segmento que a Vivo domina com mais de 40% de market share. Já no pré-pago, TIM, Claro e Vivo caminham para uma solução de equilíbrio com cada uma tendo um market share de 26 a 27%.

 

 

Diante deste cenário pergunta-se:

 

 

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