Atualizado em: 12/05/2018

A TIM começa 2018 com bom desempenho

 

A receita líquida de serviços móveis da TIM cresceu 6% no 1T18, quando comparada ao 1T17, superando a do 3T17.

 

 

 

 

A operadora conseguiu reverter a tendência de queda em sua receita líquida de serviços móveis no ano de 2017 em razão do crescimento de sua receita de dados.

 

 

 

 

A receita de dados passou a representar 64,8% da receita de serviços móveis da TIM no 1T18. Colaborou para este resultado sua liderança em cobertura 4G, atendendo com esta tecnologia a 3.110 municípios e a 87,1% da população. No 1T18, 52,9% da base de celulares da TIM era 4G.

 

 

A TIM continuou apresentando perdas significativas em sua base de pré-pago no 1T18, embora as perdas no total de celulares estejam se reduzindo.

 

 

Parte destas perdas no pré-pago foram convertidas em crescimento no pós-pago (planos controle), mas a TIM apresentou adições líquidas de pós-pago (669 mil), inferiores às da Claro (935 mil) e da Vivo (727 mil). Se não forem considerados os terminais M2M, a TIM ficaria na 2ª colocação em adições líquidas de pós-pago.

 

 

O ARPU da TIM está crescendo desde o ano de 2016 e chegou a R$ 21,6 no 1T18. Este crescimento está em parte associado à diminuição de sua base de celulares.

 

 

 

 

 

Ja o lucro da TIM, cresceu 89,0% no ano (1T18/1T17) mantendo a tendência de crescimento que ocorreu durante o a ano 2017. A margem EBITDA cresceu de 32,0% no 1T17 para 35,5% no 1T18.

 

 

 

 

 

Diante deste quadro pergunta-se:

 

 

 

 

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