Atualizado em: 14/01/2019

Até quando a base de celulares do Brasil vai encolher?

 

Por Eduardo Tude e Debora Vieira

 

* Estimado pela Teleco

 

A base de celulares do Brasil atingiu 281 milhões em 2014, mas vem encolhendo desde então, tendo perdido 51 milhões de celulares nos últimos quatro anos.

O encolhimento da base ocorreu devido ao abandono do 2º chip pelos usuários (em geral pré-pago) e critérios mais rigorosos de desligamento de pré-pagos inativos por parte das operadoras.

As perdas de 82 milhões de pré-pagos neste período foram em parte compensadas pelo crescimento do pós-pago, que acontece devido a migração de pré-pagos para planos controle e ao crescimento dos terminais M2M para IoT.

 

* Estimado pela Teleco

 

O Brasil terminou 2018 com cerca de 210 milhões de celulares (sem M2M) e uma densidade de um aparelho celular por habitante. Este é um indicador de que a base de celulares do Brasil deve se estabilizar nos próximos anos, mesmo se não forem considerados os ganhos com os terminais M2M. Isto não deve ocorrer, no entanto em 2019. A diferença entre as perdas no pré-pago e ganhos no pós (sem M2M), que foi de 24 milhões em 2015, permaneceu estável em cerca de 10 milhões em 2017 e 2018.

 

 

 

Entre as operadoras, foi a TIM (21 milhões) que apresentou a maior diferença entre as perdas no pré-pago e ganhos no pós (sem M2M) nos últimos quatro anos e a Vivo (11 milhões) apresentou a menor.

 

 

Já entre jan-nov/18, quem apresentou a menor diferença foi a Claro (1,1 milhão).

 

 

Diante deste quadro pergunta-se:

 

 

 

 

 

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