Atualizado em: 08/06/2019

 

Até quando a base de celulares do Brasil vai continuar encolhendo?

 

 

O Brasil perdeu 52 milhões de celulares nos últimos quatro anos e as perdas devem continuar em 2019, embora menores que as de 2018. Nos quatro primeiros meses de 2019 o Brasil perdeu 578 mil celulares, contra 702 mil de igual período de 2018.

As perdas ocorrem no pré-pago e são compensadas parcialmente pelo crescimento do pós-pago.

 

 

As perdas no pré-pago ocorrem devido ao abandono do 2º chip pelo usuário e a migração para planos controle do pós-pago.

 

 

O pós-pago cresce com a migração de clientes de pré-pago para planos controle e com o crescimento dos terminais M2M.

 

 

A base de celulares do Brasil vai deixar de encolher quando o crescimento dos terminais M2M superar as perdas do pré-pago com o desligamento do 2º chip. Nos primeiros quatro meses do ano as perdas com o desligamento do 2º chip (2,3 milhões) ainda foram maiores que o crescimento do M2M (1,7 milhões).

Excluíndo-se os terminais M2M, o Brasil possuía 207 milhões de chips usados por pessoas em abr/19, ou 98 chips por 100 habitantes. Existe espaço para um encolhimento de cerca de 17 milhões de pré-pagos até uma densidade de 90 chips por 100 habitantes. Em 2017, 83% dos brasileiros possuiam um celular e 88% eram usuários de celular (TIC Domicílios).

 

Quem está se beneficiando deste encolhimento?

 

A Vivo foi a operadora que mais se beneficiou deste processo com um ganho expressivo de market share neste período. Já a TIM, perdeu a 2ª colocação em market share para a Claro.

 

 

A TIM apresentou a maior perda de pré-pago no acumulado dos primeiros meses do ano de 2019, sem apresentar ganhos com a migração para o pós-pago.

 

 

 

Diante deste cenário pergunta-se:

 

 

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