Atualizado em: 06/07/2019

 

Balanço de 3 anos de recuperação judicial da Oi

 

No dia 20/06/19 a Oi completou três anos de recuperação judicial. Neste período a operadora conseguiu aprovar o plano de recuperação judicial, concluir a reorganização societária reduzindo a dívida e obter um aporte de R$ 4 bilhões, através de aumento de capital para investimentos.

 

 

Nesse terceiro ano de recuperação judicial, a Oi passou a apresentar sinais de recuperação com ganho de market share no móvel, tanto no pré quanto no pós-pago. Continua, no entanto perdendo market skare de forma acelerada em BL fixa.

O ganho de market share em alguns segmentos não foi suficiente para atenuar tendência de queda da receita líquida total da Oi (-7,7%), na comparação do acumulado dos últimos doze meses até mar/19 com o acumulado até mar/18, apesar de um crescimento de 20,9% nos investimentos (Capex) nesse período.

 

 

No 1T19, a Oi perdeu receita em todos os segmentos, mas de forma mais acentuada no residencial, reflexo da perda de market share em BL fixa.

 

 

A Oi precisa investir em redes FTTH e 4G para voltar a crescer sua receita. Na banda larga fixa ela enfrenta uma forte competição, com as operadoras competitivas ganhando market share em sua área de atuação. (mais detalhes)

Na banda larga móvel ela precisa expandir sua cobertura 4G e participar em 2020 da licitação de frequências de 5G e adquirir também a faixa de frequência em 700 MHz.

A dívida líquida da Oi foi reduzida de R$ 40,6 bilhões no 1T17 para R$ 7,3 bilhões no 1T18, mas a empresa precisa buscar novos recursos para aumentar os investimentos e estancar a perda de receita.

 

Diante deste cenário pergunta-se:

 

 

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