Seção: Tutoriais Redes Opticas
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Mux e Demux
A Figura 14 nos mostra a representação de um Sistema WDM, onde vários sinais ópticos de mesma intensidade, com espaçamento adequado e com comprimentos de onda altamente estáveis, são combinados em um dispositivo óptico passivo, denominado Multiplexador Óptico, ou Mux.Óptico, ou ainda simplesmente Mux.
Na outra extremidade da Fibra, um equipamento chamado Demultiplexador Óptico, ou Demux.Óptico, ou ainda simplesmente Demux.
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Transponder
Na realidade é muito difícil obter comprimentos de onda entrantes em um Multiplexador Óptico, com sinais de mesma intensidade e, com espaçamento adequado entre eles.
Para resolver esta situação foi desenvolvido dentro do Sistema WDM um subsistema chamado de Transponder que se encontra de modo simplificado ilustrado na Figura 15, que tem por finalidade uniformizar a intensidade e comprimentos de onda dos sinais ópticos recebidos e, impor um espaçamento adequado.
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Internacionalmente, os Transponders, dependendo dos tipos das funções que internamente executam, como resumidamente encontra-se explicado na Tabela 3 abaixo, são designados como 1R, 2R e, 3R.
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OADM
No início, os sistemas DWDM em um enlace ponto a ponto, não podiam ser retirados ou adicionados ao longo deste enlace. Entretanto, em um curto espaço de tempo foram desenvolvidas novas técnicas denominadas OADM (do Inglês: O ptical A dd and D rop ) permitindo que comprimentos de onda fossem retirados e, ou adicionados, em pontos ao longo da de um enlace.
Estes primeiros sistemas eram do denominado tipo estático, isto é, os comprimentos de onda retirados e inseridos eram fixos.
A Figura 16 nos ilustra um sistema DWDM, com um OADM deste tipo.
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Claro está, que este sistema, apesar de simples e, de custo relativamente baixo tem suas limitações ou sejam:
Com o advento dos Diodos LASER´s sintonizáveis, uma parte do problema acima descrito foi resolvido, pois não seria mais necessário ter em estoque, para fins de troca e reposição, unidades de Add and Drop, mas sim algumas unidades, que no caso de serem utilizadas, seriam sintonizadas em campo para o Comprimento de Onda desejado, como nos mostra a Figura 17.
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Com o passar do tempo, alguns Fabricantes incorporaram em seus produtos a possibilidade de executar a inserção e retirada de Comprimentos de Onda, de forma remota, permitindo desta forma o chamado ROADM (do Inglês: R econfigurable O ptical A dd and D rop) , ou seja, um OADM Reconfigurável.
Alguns equipamentos apresentam hoje, inclusive, a possibilidade da conversão de Comprimentos de Onda, característica esta extremamente desejável em Sistemas de Alta Complexidade, onde pode ocorrer o fenômeno indesejável, de dois Comprimentos de Onda iguais.
A Figura 18 nos mostra a aplicação prática de um OADM, inserido em um Enlace.
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OXC
Outro elemento fundamental, a ser usado na arquitetura de uma Rede Totalmente Óptica (em inglês, A ll O ptical N etwork : AON ) é o chamado Optical Cross Connect, abreviado como OXC, ou seja, em uma tradução livre; Chave Óptica.
A Figura 19 ilustra o esquema de uma Chave Totalmente Óptica, que pode conectar qualquer Sinal Óptico, entre n portas de entrada e n portas de saída, não necessitando para isto, fazer conversão qualquer tipo de conversão Óptico - Elétrico - Óptico.
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A Figuras 20 e 21, nos mostram a interligação de duas Redes Ópticas, por meio de um OXC.
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