Seção: Tutoriais Telefonia Celular
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Os Caminhos do Sucesso
A estratégia vitoriosa da Siemens Mobile no Brasil refletiu-se em seus resultados. Em nenhum outro país a empresa obteve um crescimento tão rápido. A Siemens iniciou suas operações de manufatura de handsets em fevereiro de 2002 [1].
Desde então, o faturamento anual da Siemens Mobile, conhecida internamente como ICM, subiu de R$ 218 milhões em 2001 para R$ 2,276 bilhões em 2004, o equivalente a 38% do total da operação brasileira. Ao todo, o negócio de telecomunicações móveis gerou mais de R$ 4 bilhões em faturamento para a Siemens no Brasil, entre 2001 e 2004.
Com a excelência da equipe local, o Brasil conseguiu conquistar uma das três fábricas mundiais de celulares da companhia, da única unidade de produção de telefones e módulos de comunicação sem fio fora da Alemanha e, ainda, da única unidade fabril de aparelhos telefônicos com fio. O Brasil é um dos cinco países no mundo, entre os 190 em que a Siemens está presente, a contar com um Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Software.
A fábrica de handsets de Manaus, com excelentes índices de produtividade, mostra-se apta a entrar competitivamente no mercado de exportação. Atualmente, cerca de 80% da a sua capacidade produtiva está comprometida com o atendimento do mercado nacional. O Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Manaus exportou U$ 10 milhões de softwares aplicativos para aparelhos celulares.
Com um ano e meio de atuação, a companhia conquistou 14% de participação de mercado total em volume de vendas e cerca de 15% em número de aparelhos, ocupando a terceira posição na área de handsets, mesmo com somente uma tecnologia – o GSM – em sua linha de produtos, enquanto competidoras ofereciam aparelhos em três sistemas – GSM, TDMA e CDMA. O desempenho da subsidiária brasileira impressionava a matriz, que contava, no mundo, com uma posição de mercado em torno de 10%.
Em setembro de 2004, a Siemens era a primeira no ranking das fornecedoras de ERB’s para redes GSM no País, com cerca de 40% de participação de mercado, e no ranking do mercado dos handsets GSM (seguida de perto pela Motorola e pela Nokia), com 33% de market share [2]. No ranking geral, que inclui todas as tecnologias celulares, era terceira colocada.
Em 2001, o brand awareness da marca Siemens junto ao consumidor brasileiro de handsets era zero, frente a índices de mais de 90% para a Nokia e para a Motorola. Em julho de 2004, a marca Siemens alcançou índices de reconhecimento pelo consumidor como player relevante do mercado celular, superiores a 60%, enquanto esses índices para a Nokia e a Motorola, ambas com muito maior tempo de atuação no mercado brasileiro era algo acima de 80%.
[1] A fabricação de ERB’s começou mais cedo (outubro de 2001. O fornecimento de ERB’s, com prazos curtos de entrega e instalação e com produção local, foi considerado essencial pela Siemens para conquistar se diferenciar dos concorrentes no mercado de infra-estrutura.
[2] Isso após ter alcançado, no primeiro ano de operação da fábrica de Manaus, 70% de participação do mercado nacional de handsets GSM.
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