Seção: Tutoriais Banda Larga

 

NGN II: Serviços

 

Qualidade de serviço Fim-a-Fim

 

Os esforços na NGN para estabelecer a qualidade de serviço (QoS) fim-a-fim devem se concentrar em:

  • Conclusão das definições das classes de QoS fim-a-fim para Telefonia, incluindo tráfego de voz sobre redes de pacotes;
  • Definição de uma nova classe de QoS multimídia fim-a-fim, e um método de registrar as classes de QoS individuais para os componentes de mídia;
  • Especificações de como serão os mecanismos das camadas inferiores para efetuar a troca de parâmetros de QoS com camadas superiores;
  • Controle de QoS nas camadas inferiores entre domínios;
  • Percepção do QoS pelos usuários finais.

Plataforma de serviços

 

Dois importantes aspectos chave da NGN são: a separação do controle de serviço e a provisão da rede de suporte, e a extensão de controle de serviço para telefonia e multimídia. A NGN levará em conta os seguintes aspectos:

  • Definição das arquiteturas de controle de serviço, cobrindo ambos API’s OSA (Sistema de Arquitetura Aberta) e servidores proxy;
  • Desenvolvimento dos mecanismos para suportar o provisionamento dos serviços através das múltiplas redes, abrangendo ambos os serviços de roaming e interconectividade dos serviços;
  • Desenvolvimento dos mecanismos para suportar a presença de usuários e o controle dos serviços personalizados pelos mesmos;
  • Impacto da mobilidade dos usuários nas plataformas de serviço.

Capacidade de serviço e Arquitetura de serviço

 

Considerando as características atuais e a futura evolução de requisitos de clientes para serviços real-time e non-real-time, cabeado e sem fio, é necessário: endereçar as capacitações de serviços de telecomunicações que a NGN deve prover, considerando separação entre aplicações, serviços e redes; e desenvolver uma arquitetura de serviço aplicável focada em interfaces que são necessárias para suportar diferentes modelos de negócio e comunicação em diferentes ambientes.

 

O trabalho deve incluir compatibilidade para trás com a evolução de serviços e sistemas já existentes.

 

Segundo o ITU-T NGN FG – Proceedings Part I, a evolução para NGN é um processo no qual partes das redes existentes são substituídas ou evoluídas para componentes NGN provendo funcionalidades equivalentes ou melhores, mantendo os serviços providos pela rede original. A evolução para NGN proverá capacidades extras às redes existentes.

 

Princípios da Evolução:

  • Separação das funções de serviço, gerência, controle e transporte;
  • Redução do custo para a infra-estrutura de rede e sua manutenção;
  • Máximo reuso dos recursos existentes;
  • Alcançar nível de qualidade de serviço (QoS) como o provido na rede existente;
  • Ótima utilização das novas tecnologias;
  • Implementação rápida de novos serviços e tecnologias permitindo a introdução de novas aplicações;
  • Provisão de mecanismos que permitam utilização por todos os usuários das aplicações e recursos de rede.

Aspectos a serem considerados:

  • Análise simplificada das redes atuais;
  • Gerenciamento;
  • Sinalização;
  • Serviços de suporte;
  • Provisionamento de linhas privativas;
  • Segurança;
  • Serviços Suplementares;
  • Aspectos de endereçamento, identificação e numeração;
  • Evolução da tecnologia de Acesso.

As prioridades para a evolução das redes existentes para NGN, são:

  • PSTN;
  • ISDN;
  • FR;
  • ATM;
  • IPV4;
  • Redes de comunicação móvel;
  • Outros cenários.