Seção: Tutoriais Banda Larga
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Interoperabilidade de serviços e rede em NGN
Considerando que a NGN envolverá um grande número de protocolos (incluindo vários perfis) nos níveis de serviços e de rede, há a necessidade de garantir a interoperabilidade entre redes e sistemas. Esta interoperabilidade inclui em particular:
Mobilidade generalizada
Mobilidade generalizada significa prover a habilidade de usar diferentes tecnologias de acesso, em diferentes localidades enquanto o usuário e/ou o equipamento terminal pode se movimentar permitindo ao usuário usar e gerenciar consistentemente suas aplicações/serviços dentro dos limites da rede existente.
No futuro, mobilidade será oferecida de forma mais ampla, onde usuários podem ter a habilidade de usar mais de uma tecnologia de acesso, permitindo movimento entre pontos de acesso da rede pública cabeada e pontos de acesso da rede pública sem fio de várias tecnologias.
Isto significa que o movimento não necessariamente força uma interrupção de uma aplicação em uso ou de um serviço.
Os requisitos gerais de mobilidade do usuário são:
Devem ser considerados:
Mobilidade generalizada requer evolução significativa das arquiteturas das redes atuais.
Habilidade de comunicação sem fio fixa transparente, banda larga e mobilidade através de várias tecnologias de acesso, aparecem como um tópico importante.
Os seguintes requisitos para sistemas NGN podem ser levantados em uma perspectiva de gerenciamento de mobilidade:
Serão necessários trabalhos para desenvolver funções na camada de controle:
Numeração, nome e endereçamento
Já que NGN consiste de redes heterogêneas interconectadas, usando acessos de usuários heterogêneos, e dispositivos de usuário heterogêneos, a NGN deve: Numerar, Denominar e Endereçar estes elementos.
Usuários podem ser identificados por nome/números usando um sistema de resolução de nome/números que será apto a traduzir um dado nome/número em um endereço válido roteável para estabelecer uma conexão de transferência (transporte). Exemplos de esquemas do tipo são: E.164 e URL (Unified Resource Locator) ou outras convenções como H.323, SIP, URIs (telephone and mail unified resource identifier).
Um usuário que requer acesso a outro usuário, poderá entrar diretamente um destes identificadores mencionados e o terminal ou a rede poderá traduzir em um endereço end-point, usando uma base de dados interna da rede ou uma base de dados externa (por exemplo acessada via mecanismo de tradução DNS (Domain Name System)). NGN deve ser apta a prover portabilidade de nome e número.
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