Seção: Tutoriais Telefonia Fixa

 

Estudo de Caso NGN II: Migração para NGN

 

O Processo de Migração para o NGN

 

A migração para a arquitetura convergente ocorre basicamente em três etapas. A primeira é a adequação das centrais trânsito, responsáveis pela conexão das centrais de comutação locais ao sistema de voz sobre IP e isso se faz por meio da inserção de roteadores NGN, sendo que esta etapa do processo já foi superada por algumas operadoras. A segunda compreende o transporte dos sinais de voz em pacotes até a casa do assinante por meio dos gateways de acesso, substituindo as centrais locais. A terceira, ainda distante, compreende na instalação de telefones IP na residência de cada usuário.

 

O legado da rede de telefonia fixa, que é uma rede que existe há anos, está em operação e continua gerando lucros para a empresa sem qualquer necessidade de alteração, além de ainda estar pagando os últimos custos utilizados para os investimentos em expansões nesta rede TDM. Mas a tentação que o NGN oferece, pela sua integração entre diversas redes, substituição de equipamentos que possibilitam realizar estas integrações, diminuição de componentes, redução de custos operacionais, manutenção e gerência acarreta numa melhor visualização com menos componentes, mais serviços e menos custos.

 

Apesar de toda a inovação que o NGN oferece as empresas, dar o primeiro passo é sempre difícil e exige da empresa um estudo melhor com uma estratégia que lhe possa estender tudo aquilo que vislumbra sem muitos contratempos, pois imaginar o mundo daqui a um ano é difícil, quem dirá daqui a cinco ou dez anos, isso porque todo e qualquer investimento que a operadora efetue nessa mudança de rede, certamente levará muito mais que um ano para que se tenha um retorno do que foi aplicado. Tudo dependerá de como o mercado responderá, quais serão as tendências, o público alvo e se o público poderá realmente aderir a todas estas mudanças proposta pelas empresas.

 

Não muito distante vemos que no Brasil, a exemplo as operadoras de telefonia móvel, ainda estão implementando a rede 3G em sua rede atual, tomando todo e qualquer cuidado de como apostarão nesta nova tendência, já que é uma realidade mundial, mas que aqui no Brasil ainda está no início.

 

Agora se todo este cuidado que a telefonia móvel esta tomando para realizar este upgrade para a rede 3G, a telefonia fixa terá o cuidado redobrado, pois principalmente pela fase em que esta rede está passando, onde chegou a um nível em que o seu ritmo de crescimento e perdas estão equivalentes, então qualquer atitude errada, pode fazer com que este quadro tome um rumo de decréscimo e aí os investimentos nos melhoramentos da rede serão perdidos.

 

Como a telefonia móvel é bem mais recente que a telefonia fixa, e possui aproximadamente 10 anos, sendo uma rede que sempre apresenta novidades e ainda assim este salto para o 3G exige muito cuidado. Já a telefonia fixa, que tem mais de 50 anos (em larga escala aqui no Brasil), ou seja, uma rede muito tradicional, que não apresentou praticamente nenhuma novidade a seus usuários, a não ser é claro o serviço de dados (internet, que ainda sim tem aproximadamente 10 anos e não atingiu uma porcentagem bem relevante na rede das operadoras de telefonia fixa), enfim o usuário em geral é acostumado com o seu serviço básico de voz. Apesar disso, as operadoras investiram em novos equipamentos e aperfeiçoaram o serviço de dados para justamente colocar este serviço tão influente em sua rede como o de voz.

 

Então vemos que para as operadoras de telefonia fixa aplicarem o NGN em seu legado, devem ser muito estrategistas e iniciar gradualmente todo e qualquer mudança, ir sentindo como o seu cliente responde as novidades em serviços que ela poderá ir oferecendo, iniciando em determinados públicos alvos e vendo se há reflexão no público.

 

O Caso da Migração para Rede NGN no Estado do Ceará

 

Nesta fase definiremos como será a estratégia de migração e adaptação da rede com a inserção dos equipamentos NGN. Será definido um processo seqüencial de etapas para a migração e quais razões para determinados pontos serem selecionados primeiramente para receberem essa nova tecnologia e o que estes pontos possuem de características importantes que podem valorizar a entrada.

 

Etapa de Migração – Centrais Tandem

 

Esta primeira etapa será justamente a substituição das centrais tandem por roteadores NGN. Foram escolhidas estas centrais, porque elas são os pontos principais da rede do Estado. A princípio estará sendo proposta uma substituição seqüencial onde será avaliado o porcentual que a central representa no Estado, ou seja, o seu volume ou a sua importância dentro da rede e com estes dados determinar quem são as que possuem grande potencial para receber o NGN.

 

A figura 7 apresenta as centrais tandem ou trânsito.

 

Figura 7: Mapa de identificação das Centrais Tandem no Ceará

Fonte: Elaborado pelo autor

 

Analisando o gráfico 15 podemos identificar uma ordem seqüencial de substituição das centrais, de maior demanda que será mais interessante estar aplicando o roteador NGN e deixando esta central aberta para a rede IP. Então por demanda segue o gráfico das centrais:

 

Gráfico 15: Porcentagem de terminais para cada Central Tandem

Fonte: Elaborado pelo autor

 

Central Tandem Fortaleza (Centro) e Central Tandem Fortaleza (Aldeota)

 

As centrais tandem de Fortaleza, conforme pode ser visualizado no gráfico 15, correspondem a 50,6% dos terminais do Estado, sendo assim um dos primeiros pontos a serem escolhidos para a implementação da nova tecnologia e em seguida será discriminado fatores do município que enriqueceram as características para escolha da implantação dos equipamentos NGN.

 

Estas centrais comparativamente às demais são foco da substituição, pois o município concentra um alto desenvolvimento, por ser a capital do Estado. Segundo dados do IPECE de 2006, a população do município é de 2.416.920 habitantes, a uma taxa de urbanização altíssima e possuindo cerca de 526.079 domicílios. Na economia, Fortaleza possui um PIB de R$ 15 bilhões, sendo o setor de serviços o que mais agrega a este valor. Merece também destaque a receita total arrecadada que é de R$ 1,7 bilhão aproximadamente, bom diante destes dados, em vista da grande população, observando um público de bom poder aquisitivo, além disso o número de empresas instaladas, vemos que a implantação da tecnologia NGN é valida. Implantaremos nas duas centrais tandem, pois elas oferecem grandes possibilidades de serviços, além de gerar escoamento do tráfego no backbone estadual e nacional.

 

Central Tandem Sobral

 

O município de Sobral, como pode ser visualizado no gráfico 15, detém 17,1% dos terminais do Estado. Segundo dados do IPECE de 2006, Sobral possui uma população de 175.814 habitantes, a taxa de urbanização do município vem crescendo e já atinge 86% e possui uma 35.396 de domicílios.

 

No aspecto econômico, com os dados do IPECE de 2006, o PIB do município está em torno de R$ 1,24 bilhão, sendo os setores que totalizam grande parte deste valor a indústria e os serviços e a receita total arrecadada do município é de mais de R$148 milhões.

 

A concentração de algumas empresas e um grande número de prestadores de serviços e comércio em geral, tornam esta regional um grande potencial para escolha da implementação do NGN.

 

Central Tandem Juazeiro

 

O município de Juazeiro do Norte, conforme o gráfico 15, corresponde a 10,9% dos terminais do Estado. Segundo dados do IPECE de 2006, possui uma população de 242.139 habitantes, a segunda maior do Estado, taxa de urbanização de 95% e com um número de 50.076 domicílios.

 

A questão econômica é bem relativa, pois segundo dados do IPECE 2002, é declarado um PIB de R$ 481 milhões aproximadamente, constituindo esse valor em sua grande maioria o setor de serviços. É revelado também a receita total arrecadada do município que atinge R$ 60 milhões.

 

Apesar de esperar uma economia mais agressiva, principalmente por causa do tamanho do município e de sua população, Juazeiro do Norte tem índices bem abaixo dos municípios como Sobral, mas isso não dificulta em nada a entrada da tecnologia inovando e colocando a disposição da população e indústrias novos serviços.

 

Central Tandem Quixadá

 

Esta central, conforme pode ser verificado no gráfico 15, detém 8,5% dos terminais do Estado e assim como as demais centrais tandem dispõe de características que tornaram viável a implementação da tecnologia NGN.

 

Com uma população de 75.717 habitantes, uma taxa de urbanização de 67% e cerca de 16.371 domicílios, segundo dados do IPECE 2006, esta cidade possui um desenvolvimento constante e se destaca dentre os municípios do interior de pequeno porte, principalmente por algumas empresas que estão se instalando na região, e que também poderão ser atendidas, gerando assim cada vez mais atrativos para a chegada e criação de mais empresas.

 

Ainda com dados do IPECE 2006, a cidade possui um PIB de aproximadamente R$156 milhões, sendo bem equilibrado entre os setores da agropecuária, indústria e serviços, e uma arrecadação que atinge R$ 42 milhões.

 

Apesar de alguns números mostrarem uma modesta demanda de novos serviços, vale lembrar que novas empresas tem se instalado e novos investimentos realizados na região e este pólo de desenvolvimento encontra-se em regime crescente.

 

Central Tandem Iguatú

 

Esta central apresenta 7,5% dos terminais do Estado e é uma das centrais que apresenta um dos menores índices, mas que ao longo das implantações das outras centrais, deverá naturalmente receber a tecnologia NGN para que possa atender tanto o município como a região.

 

Segundo o IPECE 2006, é um município que apresenta mais de 92.981 habitantes, apresenta uma taxa de urbanização de mais de 70% e possui 21.823 domicílios. Quanto a sua economia apresenta um PIB de mais de R$ 230 milhões e o município arrecada mais de R$ 50 milhões.

 

Com base nestes dados, o município não apresentou números altos de acessos à telefonia, mas apresenta um relativo número econômico e que representa uma sociedade que pode estar preparada para estar recebendo novos serviços.

 

Central Tandem Crateús

 

Com um volume de terminais de 5,4% do Estado, esta Central detém a menor concentração, sendo assim a última dentre as outras a ser escolhida para a inserção da tecnologia NGN, porém deverá ter esta implantação para que o incremento em todas as centrais tandem que o Estado possui, tornem em um backbone de alta capacidade, onde a rede estará pronta para a nova etapa da migração para o NGN que inclui as centrais locais logicamente que primeiro as centrais de maior potencial e em um ritmo proporcional esta migração irá abrangendo as demais centrais locais até a rede se tornar totalmente IP.

 

Quanto às características do município de Crateús, segundo dados do IPECE 2006, a população é de 50.413 habitantes, a taxa de urbanização ainda baixa é de 50% e o número de domicílios é de 12.110.

 

Na parte econômica, apresenta um PIB de R$ 80 milhões com destaque para o setor de serviços que compõem metade deste valor. Também é apresentado a receita de arrecadação total do município que é de R$ 37 milhões.

 

Etapa de Migração – Centrais Locais

 

Tendo em vista a migração ocorrida nas centrais tandem e analisando como esta migração tornará o mercado promissor, será explanado a seguir uma mostra de outra migração conseqüente a demonstrada com as centrais tandem. Analisando cada regional das centrais tandem, destacaremos algumas cidades que possuem potencial, devido aos seus terminais primeiramente, mas num âmbito mais específico, quanto as suas características essenciais de industrialização, população, economia e desenvolvimento, que podem ser apontados num futuro breve como novos pontos a serem selecionados para outra migração de TDM para NGN, aprofundando cada vez mais a rede IP dentro do backbone Estadual.

 

Neste período, teremos como base uma estrutura na rede formada nas centrais tandem totalmente IP, ou seja, já substituídas por roteadores NGN. A partir de agora, a tendência de aumentar e dimensionar a tecnologia IP por toda rede se resume em realizar alterações crescentes ao ponto de atingir todos os pontos de conexão de rede até o usuário final.

 

Usando a mesma estratégia apontada para as centrais tandem, estaremos analisando as centrais locais antes de substituí-las, portanto diante de cada regional tomaremos como base as duas maiores centrais locais em relação aos terminais.

 

Examinando a Regional Sobral, podemos observar que os dois municípios com suas centrais locais de destaque em terminais são Tianguá (4,8%) e Itapipoca (7,6%). É interessante avaliar a condição de cada município para verificar a viabilidade de implementar nesses municípios a nova tecnologia NGN, sabendo dos recursos que ela trará para a operadora tendo em vista o público que atingirá.

 

O município de Tianguá, segundo dados do IPECE 2006, apresenta uma população de mais de 68.464 habitantes, possui uma taxa de urbanização de 64% e cerca de 13.026 domicílios, com os 4,8% de terminais da regional é um dos municípios de maior destaque.

 

A economia de Tiaguá detém de um PIB de R$ 178 milhões, compondo este valor principalmente o setor de serviços. A arrecadação do município possui uma receita total de R$ 32 milhões.

 

O outro município desta região é Itapipoca, que compreende a 7,6% dos terminais da região, estima-se uma população de 107.012 habitantes, a taxa de urbanização ainda não é das melhores atendendo apenas pouco mais da metade do município, além de possuir cerca de 20.553 domicílios.

 

Na economia apresenta um PIB de R$ 287 milhões, compondo este valor setores como serviços e indústria. O município arrecada em sua receita total cerca de R$39 milhões.

 

Diante destes aspectos, em relação aos demais municípios da regional seriam os prioritários para a entrada da nova tecnologia IP, baseado na população local, no interesse por novos serviços, enfim de acordo com a renda e as condições que o município oferece, tornando interessante a aplicação de um roteador NGN nesta Central Local em cada um destes municípios, propiciando um novo mundo e gerando muito mais recursos e possibilidades a serem implementadas na região.

 

A seguir o gráfico 16, detalha todos os municípios da região em relação aos seus terminais. Diante deste tráfego, podemos almejar este público com o interesse em oferecer novos serviços e ainda conquistar e criar junto ao Governo Federal, Estadual ou Municipal, parcerias com iniciativas sociais que ajudem na inclusão social e digital da população local, graças à tecnologia implementada.

 

 

Gráfico 16: Porcentagem dos terminais das centrais locais da Regional Sobral

Fonte: Elaborado pelo autor

 

A outra região a ser analisada é Crateús, onde foi verificado que dois municípios tiveram um destaque sobre as demais com suas respectivas porcentagens de terminais dentro da região, que são Ipú (9,4%) e Tauá (12%). Foi feito também o levantamento dos recursos e condições econômicas e sociais dos municípios, tendo em vista a implantação da tecnologia NGN.

 

Desta regional, um dos municípios a servir de exemplo foi Ipú, com 9,4% de terminais da região e de acordo com dados do IPECE de 2006, apresenta uma população de 40.891 habitantes, uma taxa de urbanização de 57% e de 9.423 domicílios.

 

Sua economia, representada aqui pelo PIB é de quase R$ 70 milhões e uma arrecadação municipal de pouco mais de R$ 17 milhões.

 

O outro município da região é Tauá, que segundo dados do IPECE 2006 compreende 12% dos terminais da região, possui uma população de 52.398 habitantes, a taxa de urbanização ainda é de 50% e o município possui de 12.605 domicílios.

 

Da questão econômica o PIB do município apresenta R$ 80 milhões, obtendo maior proporção do setor de serviços e ainda arrecada uma receita total de quase R$ 40 milhões no município.

 

A seguir o gráfico 17, apresenta as porcentagens das taxas dos municípios da regional Crateús, que demonstra justamente os dados apontados dos dois municípios citados acima, além de poder ter como base dados para serem aplicados aos demais municípios. Para a regional Crateús também podemos almejar este público com o interesse em oferecer novos serviços e ainda conquistar e criar junto ao Governo Federal, Estadual ou Municipal, parcerias com iniciativas sociais que ajudem na inclusão social e digital da população local, graças a tecnologia implementada.

 

Gráfico 17: Porcentagem dos terminais das Centrais Locais da Regional Crateús

Fonte: Elaborado pelo autor

 

A regional agora a ser examinada é a de Juazeiro, que como as outras foram coletadas as informações de dois municípios, assim como as informações de suas centrais locais. Os municípios em questão e com o seu respectivo porcentual de terminais dentro da regional são Barbalha (5,9%) e Crato (12,8%). Em base de dados sócio-econômicos destes municípios, será avaliado como a tecnologia NGN implementada pode realmente ajudar ainda mais no desenvolvimento da região, mediante o retorno da população atingida.

 

O município de Barbalha apresenta 5,9% dos terminais da regional, segundo o IPECE 2006 possui uma população de 53.388 habitantes, uma taxa de urbanização de 65% e mais de 10.473 domicílios.

 

A economia de Barbalha apresenta uma PIB de R$ 155 milhões e uma arrecadação municipal de pouco mais de R$ 40 milhões.

 

O outro município a ser destacado será o Crato, que detém 12,8% dos terminais da regional, segundo o IPECE 2006 possui uma população de aproximadamente 115.087 habitantes, uma taxa de urbanização de 80%, onde comparado como por exemplo Juazeiro que é uma cidade vizinha, apresenta um bom índice e possui 24.701 domicílios.

 

A economia do município possui um PIB de R$ 340 milhões, formado em sua grande parte pelo setor de serviços, além de receber em seus cofres públicos uma receita total de quase R$ 60 milhões.

 

Com estes fatores podemos identificar que é uma região que apresenta números mais expressivos do que outras centrais de outras regionais e com isso tornando interessante a implementação da tecnologia NGN tanto na central tandem, como nestas centrais locais apresentadas, principalmente devido aos seus números sócio-econômicos e as empresas existentes na região.

 

A seguir o gráfico 18, apresenta as porcentagens das taxas dos municípios da regional Juazeiro, que demonstra justamente os dados apontados dos dois municípios citados acima, além de poder ter como base dados para serem aplicados aos demais municípios. Para a regional Juazeiro também podemos almejar este público com o interesse em oferecer novos serviços e ainda conquistar e criar junto ao Governo Federal, Estadual ou Municipal, parcerias com iniciativas sociais que ajudem na inclusão social e digital da população local, graças a tecnologia implementada.

 

Gráfico 18: Porcentagem dos terminais das Centrais Locais da Regional Juazeiro

Fonte: Elaborado pelo autor

 

A regional a ser relatada agora é a de Iguatú, onde foram analisados todos os municípios e feito levantamento de dois que apresentaram melhores resultados. Neste caso, os municípios de Acopiara (7,6%) e Icó (10,5%) apresentaram resultados mais expressivos. Além destes dados, será descrito abaixo informações estatísticas destes dois municípios.

 

O município de Acopiara possui 7,6% dos terminais da regional de Iguatú, segundo dados do IPECE 2006, a população do município é de 45.569 habitantes, uma taxa de urbanização de quase 50% e 11.738 domicílios.

 

A economia do município apresenta um PIB de R$ 66 milhões e uma arrecadação municipal de cerca de R$ 25 milhões.

 

O outro município é o de Icó, com 10,5% dos terminais da regional de Iguatú, onde segundo dados do IPECE 2006, a população do município é de 64.040 habitantes, possui uma taxa de 40% de urbanização e tem 14.706 domicílios.

 

A economia do município é apresentada pelo PIB de R$ 85 milhões e uma arrecadação municipal de receita de R$ 30 milhões.

 

A seguir o gráfico 19, apresenta as porcentagens das taxas dos municípios da regional Iguatú, que demonstra justamente os dados apontados dos dois municípios citados acima, além de poder ter como base dados para serem aplicados aos demais municípios. Para a regional Iguatú também podemos almejar este público com o interesse em oferecer novos serviços e ainda conquistar e criar junto ao Governo Federal, Estadual ou Municipal, parcerias com iniciativas sociais que ajudem na inclusão social e digital da população local, graças a tecnologia implementada.

 

Gráfico 19: Porcentagem dos terminais das Centrais Locais da Regional Iguatú

Fonte: Elaborado pelo autor

 

Será apresentado a partir de agora informações das centrais locais da regional Quixadá. Nesta Regional destacam-se dois municípios com suas centrais locais de mais terminais Morada Nova (9,8%) e Russas (9,3%). Para complementar as informações citadas, será declarado abaixo informações sócio-econômicas de cada um dos municípios.

 

O primeiro município será Morada Nova, que apresenta 9,8% dos terminais da região, e segundo dados do IPECE 2006 possui uma população de 68.456 habitantes, uma taxa de urbanização de 52% e 15.367 domicílios.

 

A economia de Morada Nova apresenta um PIB de R$ 210 milhões e uma arrecadação municipal de R$ 26 milhões.

 

O outro município é Russas onde apresenta 9,3% dos terminais da região. Segundo dados do IPECE 2006 sua população é de 65.268 habitantes, uma taxa de urbanização de 61% e 13.745 domicílios.

 

Sua economia apresenta um PIB de R$ 238 milhões e uma arrecadação municipal de R$ 32 milhões.

 

Assim conclui-se que é uma região de economia mais aquecida comparado com o nível econômico do Estado. É perfeitamente viável a implantação de tecnologia NGN em vista dos serviços que poderão ser oferecidos a população da região, que apresenta disponibilidade de adquirir novos serviços, além de poder agregar em muito ao desenvolvimento de empresas já instaladas na região, assim como em atração para novas.

 

A seguir o gráfico 20, apresenta as porcentagens das taxas dos municípios da regional Quixadá, que demonstra justamente os dados apontados dos dois municípios citados acima, além de poder ter como base dados para serem aplicados aos demais municípios. Para a regional Quixadá também podemos almejar este público com o interesse em oferecer novos serviços e ainda conquistar e criar junto ao Governo Federal, Estadual ou Municipal, parcerias com iniciativas sociais que ajudem na inclusão social e digital da população local, graças a tecnologia implementada.

 

Gráfico 20: Porcentagem dos terminais das Centrais Locais da Regional Quixadá

Fonte: Elaborado pelo autor

 

Enfim a regional Fortaleza, que assim como já foi apresentado o bom rendimento que se resultará com a entrada da tecnologia NGN nas centrais tandem, as centrais locais da regional que podemos destacar são Caucaia (7,4%) e Maracanaú (4,7%). Abaixo será demonstrado algumas estatísticas que ajudam a reforçar a escolha por estas cidades.

 

O município de Caucaia apresenta 7,4% dos terminais da regional, que segundo dados do IPECE 2006 possui uma população de 313.584 habitantes, uma taxa de urbanização de 90% e cerca de 59.380 domicílios.

 

A economia do município pode ser destacada com o PIB de R$ 980 milhões e uma arrecadação municipal de R$ 145 milhões.

 

O outro município é Maracanaú que apresenta 4,7% dos terminais da regional, possui uma população de 196.422 habitantes, uma taxa de urbanização bem alta e 42.263 domicílios.

 

A economia do município de Maracanaú apresenta bons números com um PIB de R$ 2 bilhões e uma receita de arrecadação municipal de R$ 146 milhões.

 

Analisando todas estas características destes municípios, verificamos bons números que refletem a quantidade de indústrias instaladas e também o reflexo da situação sócio-econômica da população. A entrada da tecnologia NGN nestas centrais locais deve ser de regime prioritário, principalmente devido ao retorno que trará com o oferecimento de novos serviços a todas estas empresas instaladas na região.

 

A seguir o gráfico 21, apresenta as porcentagens das taxas dos municípios da regional Fortaleza, que demonstra justamente os dados apontados dos dois municípios citados acima, além de poder ter como base dados para serem aplicados aos demais municípios. Para a regional Fortaleza também podemos almejar este público com o interesse em oferecer novos serviços e ainda conquistar e criar junto ao Governo Federal, Estadual ou Municipal, parcerias com iniciativas sociais que ajudem na inclusão social e digital da população local, graças a tecnologia implementada.

 

Gráfico 21: Porcentagem dos terminais das Centrais Locais da Regional Fortaleza

Fonte: Elaborado pelo autor