Seção: Tutoriais
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Para sair da teoria e ilustrar essa “inteligência urbana”, imaginemos uma dentre múltiplas situações desse contexto: smartphones, drones, veículos e computadores de órgãos administrativos, todos “falando entre si”, de forma que o tráfego possa ser automaticamente controlado com base nas informações trocadas entre eles, otimizando, em tempo real, a mobilidade urbana.
Isso poderá se traduzir em trocas de informações sobre rotas, origens, destinos, horários de pico, meteorologia, dentre diversas possibilidades. Nesse sentido, para que a cidade inteligente se configure, a automatização - ou “IoT” - deverá estar necessariamente voltada aos avanços e melhorias para a cidade e para quem participa do espaço urbano: os stakeholders.
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